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Veja como ganhar destaque ao cadastrar currículos na internet

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Para fazer o currículo on-line se destacar entre tantos cadastrados diariamente em sites de empresas, especialistas apontam três passos: atualizar sempre os dados, colocar todos os cargos similares ao pretendido ou relacionados à sua área e fornecer informações completas da sua trajetória profissional.

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Na internet, o candidato pode colocar mais informações do que no currículo impresso, ensina Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum. “Quanto mais completo, com informações da carreira, habilidades e cursos, maior será a probabilidade de o currículo constar nos resultados das buscas”, explica.

A Unilever, uma das empresas que mantêm banco de dados de candidatos em seu site, determina pré-requisitos e atribui pontos de acordo com o peso dessas características para cada vaga aberta. A apresentação dos currículos, após a pesquisa, é feita por ordem de classificação decrescente, considerando o grau de aderência dos candidatos à pontuação estabelecida. Quando necessário, palavras-chave também são utilizadas como filtros na seleção.

O sistema de pontuação também é utilizado pela Atento, empresa da área de call center. “É importante que o candidato preencha ao máximo as informações solicitadas durante o cadastro, pois o software cruza esses dados com os do perfil solicitado pela empresa. Se o candidato omite alguma característica, pode alcançar uma pontuação que o elimine da busca ou deixar de participar de um processo mais abrangente”, explica Majo Martinez, diretora de relacionamento.

Vale optar por mais de um cargo

No currículo on-line é vantagem apontar mais de um objetivo profissional, diz o presidente da Curriculum. Uma secretária executiva bilíngue, por exemplo, pode selecionar também os cargos de secretária executiva e secretária bilíngüe, separadamente. No caso de atendimento ao consumidor, o candidato pode escolher ainda as opções de atendente, teleatendente, suporte, telesuporte. Na área de vendas, as de vendedor, representante comercial e consultor de vendas.

“As empresas procuram candidatos por nomes de cargos diferentes, que muitas vezes dizem respeito à mesma função. Nesses casos, nos sistemas mais avançados, o currículo só constará no resultado da pesquisa se a empresa buscou um cargo exatamente com o mesmo nome no objetivo profissional”, afirma Abrileri.

Os erros mais comuns

O executivo alerta que, no entanto, não se deve optar por cargos que não tenham relação entre si. “Quem está disposto a fazer qualquer coisa transmite a sensação de que não faz nada bem feito. Tem que colocar cargos similares, e não secretária, recepcionista e atendente financeira, por exemplo.”

Outro erro é não especificar atividades desenvolvidas nas empresas onde trabalhou e os resultados obtidos, destaca Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online.

Apesar de ser recomendável colocar mais informações no cadastro via web, é importante manter a objetividade. Giuliana Hyppolito Marra, consultora do Grupo DMRH, desaconselha usar adjetivos para se ‘vender’. “A venda vem pela trajetória, não pelos adjetivos como dinâmico e pró-ativo”, ensina.

Mentir no currículo on-line é tão ruim quanto no impresso. “Algumas pessoas informam cursos que não foram terminados, supervalorizam conhecimentos em idiomas, inventam experiências anteriores nos cargos. Quando chega a entrevista, [descobre-se que] a pessoa não fez 10% do que disse. Entrevista não pode ser momento de desmascaramento”, alerta Abrileri.

Também contam ponto negativo erros de português, “assim como abreviaturas ou gírias de internet”, destaca Majo, da Atento. A dica é pedir que outra pessoa revise o currículo antes do envio.

Atento – página de currículosPágina do Trabalhe Conosco da Atento: 10 mil

currículos em junho (Foto: Reprodução)

Atualização dos dados

Além de fazer o acompanhamento das vagas que surgem, é imprescindível manter constantemente os dados atualizados. “Alguns softwares permitem inclusive que o candidato defina uma série de perfis para receber aviso de oportunidades em aberto das empresas cadastradas”, diz Majo.

Se o candidato arrumou emprego, deve informar que está trabalhando. “Há pessoas que trabalham e continuam procurando outra posição. Se achar que não é ético citar o nome da empresa atual, não tem problema, eles não vão olhar a empresa, e sim as atividades que ele desempenha”, explica Giuliana.

Quando não há oferta de vaga

Vale a pena cadastrar o currículo no site de uma empresa se não há vaga aberta no momento? Os especialistas consultados pelo G1 divergiram na resposta. Para Abrileri, quem deixar dados sem que seja para uma vaga determinada corre o risco de ser esquecido. “Muitos RHs [departamentos de recursos humanos] têm costume de não olhar seu banco de currículos e, sempre que precisam de alguém, abrem uma vaga e aí olham quem se candidatou para aquela função. É um costume antigo que só prejudica o próprio RH. O ideal é procurar já na sua base constituída.”

Giuliana, do Grupo DMRH, diz que essa consulta ao cadastro é frequente. “Há muitas empresas que empregam só com o base no banco de currículos.”

A Unilever afirma incentivar os interessados a fazer o cadastro no banco de dados independente da existência de vagas. “A pessoa pode posteriormente enviar o seu currículo para vagas de interesse, ter a informação sobre vagas para as quais tenha sido considerada e obter feedback sobre sua participação ou não nos processos seletivos”, informou a multinacional.

http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/07/veja-como-ganhar-destaque-ao-cadastrar-curriculos-na-internet.html





Ego, um inimigo?

18 10 2010

Ego. Fala-se muito do ego e também critica-se muito por conta do ego. Minha intenção nesse texto está longe de entrar em conceitos e explicações técnicas. Porém, há um ponto que é importante ter em mente desde já: não estou usando o termo no sentido psicanalítico, mas no senso comum mesmo, como sendo a fixação a uma identidade e seus mecanismos de defesa, orgulho, culpa etc.

Esse texto tem sim a intenção de fazer com que aconteça ai dentro uma reflexão. Eu lanço a dúvida e vocês respondem por conta própria.

Pensem em como as mais diversas invenções humanas tiveram e ainda têm muitas utilidades, para o bem ou para o mal. Armas de fogo, que hoje matam. Carros, que hoje matam. Facas para os churrascos de domingos, que hoje também matam. Do mesmo modo, a influência que seu ego exercerá sobre você vai depender de como você o trata e o encara. Caso não consiga domar a fera, ele se apresenta como seu inimigo.

O ego como inimigo profissional

Não estou falando do já conhecido pensamento de que a arrogância vai te detonar dentro de uma empresa, mas sim de como as suas inseguranças podem ser deliciosamente confortadas pelos elogios, muitas vezes repletos de segundas intenções.

Todos nós somos vendedores. Alguns vendem produtos, outros ideias, outros vendem causas. Para isso existe, dentre vários, um modelo de venda – se assim posso chamar – que ganhou minha atenção: o modelo do castelo. Nós somos feitos de inseguranças e daquilo que mais damos valor – muitas vezes sem deixar explícito. Isso que nós damos mais valor e não deixamos explícito é o nosso castelo. Pode não parecer, mas todo castelo é feito de cartas. Ou de areia.

Portanto, assim que superiores e chefes mal intencionados notarem uma insegurança habitando o castelo do “reconhecimento a toda hora”, por exemplo, os elogios brotam de maneira excessivamente assustadora.

“Você tem sido uma peça fundamental dentro dessa empresa, com uma capacidade incrível de se diferenciar do restante!”

Todos já ouviram algo do tipo, mas quantos analisaram o que de fato foi realmente feito no sentido de “se diferenciar do restante…”?

Os elogios por si só não são problemas e nem apresentam ameaças. O problema começa quando chegam os pedidos e as solicitações vindas depois dos elogios. Seria mais ou menos um: “Eu te elogiei, você é foda, agora preciso que faça isso pra mim…”. Ética, moral, profissionalismo, enfim, muitas vezes são deixados para trás quando existem interesses maiores em jogo.

O ego, quando não tido com cuidado, causa cegueira. Uma vez cegas, as pessoas vão para onde são levadas, sem reais questionamentos e análises.

O ego como inimigo pessoal

O ego vai se transformar em inimigo pessoal quando limitar e bloquear qualquer atitude que seja autêntica e verdadeira de qualquer pessoa.

Você provavelmente já esteve em uma mesa de bar ou em uma reunião informal qualquer onde uma pessoa se passa por “melhor que todos” a noite toda. Conhece todos, sabe de tudo e tem a vida que o pessoal aí fora sonha em ter. Ela é referência em todos os tipos de assuntos (para si mesma, claro).

Essa é uma situação onde o ego se transforma em inimigo pessoal, já que a cegueira não vai deixar enxergar o quanto aquilo não é um diálogo saudável. É chato, é pedante, é meio que “Pelo amor de Deus, eu preciso da aprovação de alguém”.

Outra situação em que o lado obscuro do ego grita “Oi, estou aqui!” é quando a autoconfiança vem sem o restante da fórmula: a humildade.

Já vi cenas onde o equilíbrio foi pro saco e as coisas deram errado. Já vi pessoas cantando a vitória, sem ao menos olhar para frente. Você provavelmente também já viu algo parecido. Veja esse vídeo como uma metáfora desse processo e dê quanta risada quiser:

Esse feito aconteceu em um jogo turco e ilustra melhor o que venho chamando de cegueira ao longo do texto. É literalmente uma cegueira. Não que a pessoa não consiga ver, mas na verdade não quer ver.
O mundinho do ego e a imensidão da realidade.

Um dos problemas, é que  ego em excesso prejudica. Mas como então trabalhar isso, dia após dia, para que se tenha um certo controle?

Quer um conselho, siga o seguinte: sempre que você estiver enfrentando um problema sério, pare e imagine o que aquilo significa para o universo, e o quão grande é realmente o seu problema. Chega a ser engraçado o resultado desse pensamento. Engraçado porque a consciência bate e fica claro que aquilo pode sim ser enfrentado, e que acaba sendo mínimo se comparado a tudo isso que nos cerca.

Comecei a entender que esse pensamento não serve somente para problemas, mas também para as vitórias. Assim que vencer algo, chegar a um objetivo, comemore, faça o que der na cabeça, mas saiba que aquilo é a comemoração de uma fase, de uma conquista, e que amanhã novos desafios virão. Desse jeito, evita-se a cegueira.

Se quiser ver isso de maneira mais clara, veja este vídeo abaixo:

E agora o que suas grandes decisões significam para o universo? Quão grande é realmente os seus problemas?

Um post adaptado do blog Papo de Homem.





Vencedores x Perdedores!

30 09 2010
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“Os vencedores fazem acontecer: os perdedores deixam acontecer”. * Gilclér Regina

Algumas frases de vencedores e perdedores, para entendermos que o mais importante é a postura no modo de enxergar a vida.

O vencedor sempre faz parte da resposta e o perdedor sempre faz parte do problema.

O vencedor tem um plano, o perdedor tem uma desculpa.

O vencedor diz: “Deixe-me fazer isso por você”; o perdedor diz: “Isso não é minha função”.

O vencedor vê uma resposta para cada problema e o perdedor vê um problema em cada resposta.

O vencedor diz: “Talvez seja difícil, mas não impossível” e o perdedor diz: “Talvez seja possível, mas é difícil demais”.

Quando o vencedor comete um erro, diz: “Eu me enganei”; quando o perdedor comete um erro, diz: “Não tive culpa”.

O vencedor estabelece compromissos e o perdedor só faz promessas.

O vencedor diz: “Preciso fazer alguma coisa”; o perdedor diz: “Alguém precisa fazer alguma coisa”.

Os vencedores fazem parte da equipe e os perdedores estão à parte da equipe.

Os vencedores vêem o ganho, os perdedores, o gasto.

Os vencedores enxergam as possibilidades e os perdedores problemas.

Os vencedores acreditam no ganha ganha e os perdedores acreditam que, para alguém ganhar, alguém tem de perder.

Os vencedores enxergam o futuro e os perdedores falam do passado.

Os vencedores escolhem o que dizem e os perdedores dizem o que escolhem.

Os vencedores usam argumentos duros e palavras suaves… Os perdedores usam argumentos suaves e palavras duras.

Enfim, os vencedores mantém os seus valores e cedem em pequenas coisas e os perdedores mantém as pequenas coisas e sem seus valores.

Pensem nisso, e lembre-se ser vencedor ou perdedor pode ser definido pelo modo que você enxerga a vida.

Vocês tem mais alguma frase para esta coleção? Comentem.

Um abraço.

Post adaptado do oGerente e blog do Cleiton Mafra.





Mentiras no currículo

29 09 2010
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Algumas pessoas acabam fazendo uma mentirinha no currículo na hora de enviá-lo ao recrutador? Afinal, não dá para perder a chance de ser chamado para a entrevista de emprego por conta de um “detalhe”. Elevar o nível do idioma estrangeiro ou informar que domina determinado software, quando na verdade se tem apenas noções da ferramenta, seria uma forma de passar à etapa seguinte do processo de seleção. Contudo, não é esta a recomendação dos consultores de carreira e recursos humanos.

“O fato de tentar fortalecer o currículo para chegar à entrevista presencial e convencer o entrevistador de que é capaz de assumir uma posição provoca o efeito contrário. Ao mentir, o candidato fragiliza sua imagem profissional”, afirma André Assef, diretor operacional da Desix, empresa de recursos humanos focada em tecnologia da informação.

Isso acontece, explica Assef, porque os recrutadores recorrem a técnicas que comprovam ou não os dados informados no currículo. Segundo ele, a entrevista é o principal medidor para descobrir se o candidato realmente possui as competências descritas no documento. “Ao longo de uma conversa bem conduzida é possível identificar contradições por meio de perguntas abertas. Em uma entrevista técnica, por exemplo, não podem ser aceitas respostas monossilábicas.”

De acordo com Assef, o candidato que se contradiz torna frágil a relação com o recrutador. Seu futuro tem destino certo: a eliminação do processo seletivo.

As mentiras mais contadas pelos candidatos:

  1. Informa que possui graduação completa, mas na verdade não concluiu ou nunca frequentou o curso.
  2. Diz que domina dada linguagem técnica ou software, porém não detalha as ferramentas dos programas na entrevista.
  3. Menciona que possui fluência em outro idioma, contudo sente dificuldade ao se comunicar com o entrevistador em língua estrangeira.
  4. Inventa que é formado em uma universidade conceituada ou que trabalhou em uma empresa de renome.
  5. Diz que possui experiência na área ou que já ocupou determinado cargo, no entanto se atrapalha no momento de especificar as atividades supostamente realizadas.
  6. Mente dados pessoais como idade, estado civil e endereço. Além disso, informa que não tem filhos.
  7. Cita que conhece outros países para supervalorizar o currículo, todavia comete gafes ao descrever as cidades que hipoteticamente visitou ou responde às questões do recrutador de forma monossilábica e genérica.

Veja mais algumas na imagem abaixo.

Mentira tem perna curta

Anos de experiência garantem que profissionais de recursos humanos identifiquem mentiras no ato. Confira quais técnicas são utilizadas pelos especialistas para descobrir se o candidato diz a verdade:

  • Para averiguar se o candidato realmente possui a experiência profissional descrita no currículo os profissionais de RH costumam entrar em contato com as empresas em que ele informa ter trabalhado. Além disso, especialistas lançam mão da entrevista técnica.
  • Para constatar o nível do idioma estrangeiro, o domínio de softwares ou o conhecimento em linguagens específicas são realizados testes práticos ou entrevistas técnicas.
  • Dados pessoais e formação são checados na entrega dos documentos e durante o processo de seleção. Qualquer contradição entre o que foi dito na entrevista e a documentação pode levar a não contratação do candidato.
  • Outras experiências mencionadas no currículo, como viagens internacionais, são investigadas durante o processo seletivo por meio de perguntas abertas. O candidato que demonstra insegurança ou revela incoerência ao descrever seu suposto conhecimento ou vivência é eliminado do processo.

Observação: mentiras descobertas após a contratação, referentes ao estado civil, por exemplo, além de prejudicar a imagem profissional e dissolver a relação de confiança com a organização, podem custar o emprego.

Não confunda mentira com omissão

Homero Amato, headhunter e professor do Instituto Nacional de Pós-graduação, ensina que o profissional não deve confundir mentira com omissão. Segundo Amato, deixar de informar alguns dados no currículo pode ser uma maneira estratégica de o candidato gerar uma entrevista.

O professor argumenta que candidatos na faixa dos 40 anos ou mais e mulheres que têm filhos pequenos podem deixar de ser contratados caso exponham essas informações no currículo. De acordo com ele, esses dados podem ser revelados durante a entrevista de emprego quando questionados pelo recrutador.

O mesmo acontece quando o profissional trabalha e vive em outra cidade e informa o endereço e o telefone da família ou de amigos para facilitar o contato com as empresas. Para Amato, nesse caso o candidato não está mentindo; está sendo estratégico. O motivo de mencionar o endereço alheio e não o próprio deve ser esclarecido na entrevista, recomenda o headhunter.

O problema é esta diferença em mentira e omissão, nunca isso é muito claro e padrão para todas as empresas.

E para vocês, o que é mentira e o que é omissão?

Post adaptado do Empregos, texto de Rômulo Martins e da CEFES.





Como nascem as grandes empresas

22 09 2010
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Não sei vocês, mas eu sempre tive muita curiosidade em saber como grandes impérios eram criados. Depois de um tempo, não apenas li sobre o surgimento de mega corporações como também descobri que normalmente há um padrão de crescimento de empresas.

Se você pretende mudar seu status de maluco com uma ideia (empreendedor iniciante) pra gênio visionário (empresário bem-sucedido), confira as 6 etapas necessárias pra que isso aconteça.

1. Concepção

Esse é o ponto em que você teve uma ideia genial e tem certeza que ela irá mudar o mundo.

Nessa etapa você tem basicamente 2 preocupações:

  • Construir seu produto
  • Conseguir capital suficiente pra que seu projeto não morra antes de ver a luz do dia

2. Sobrevivência

Na hora de desenvolver seu produto vale a pena ter 2 coisas em mente:

1. Ele irá demorar mais do que o esperado para ficar pronto

2. As vendas iniciais serão menores do que você espera

A maior preocupação nessa etapa é colher feedbacks dos primeiros clientes, melhorar seu produto e chegar a um modelo de negócios que seja capaz de garantir sua sobrevivência e te dar lucro.

3. Estabilização

Se você chegou até o ponto em que sua empresa dá lucro e sua preocupação passa de sobrevivência para expansão, parabéns! Você está em um lugar onde muitos empreendedores jamais chegaram, a lucratividade.

Na fase de sobrevivência sua empresa chegou a um modelo em que você faz alguma coisa e isso te dá dinheiro (modelo de negócios). Agora é uma questão de fazer isso mais vezes.

Nessa hora sua preocupação deixa de ser financeira (quem diria hein?) e passa a ser a contratação de pessoas capazes de executar seu modelo de negócios. É aqui que uma cultura empresarial forte e processos gerenciais bem organizados começam a fazer a diferença.

4. Crescimento

Depois de tanto trabalho, finalmente sua conta bancária está ficando bem gordinha e você sofre para atender a demanda de tantos clientes.

O lado bom é que magicamente você se torna uma pessoa mais bonita. A desvantagem é que pra que a empresa vá ainda mais longe, você ainda não poderá colher os frutos, já que eles serão usados para financiar a próxima etapa do crescimento.

5. Decolagem

Como já dizia Mufasa “Simba, chegou a hora que você deve ocupar seu lugar no ciclo da vida.”.

Na decolagem você irá expandir rapidamente sua presença em mercados maduros e irá estabelecer sua marca como referência no setor. Isso tudo exige uma grande quantidade de capital para seus esforços de marketing e contratação de pessoas.

6. Maturidade

Se você passou por todas as etapas anteriores, considere-se um vencedor.

A maior dificuldade de uma empresa madura é manter sua posição de liderança. É preciso tomar muito cuidado para não se acomodar e deixar de inovar.

Conclusão

Uma coisa que você deve ter percebido é que, cada vez mais, o empreendedor deixa de ser o cara que “coloca a mão na massa” pra ser um líder capaz de delegar tarefas.

Outra coisa importante é que planejamento é fundamental. Imagina só acordar um dia e falar “Opa! To na próxima etapa! E agora, o que faço?”. Por isso, ter conhecimento sobre liderança e gestão pode facilitar muito sua passagem por essas etapas.

Este post é uma adatação do Saia do Lugar.

Um abraço a todos.





10 Dicas para saber se alguém está mentindo, estilo Lie to Me

15 07 2010
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