O que devo fazer para criar uma rotina?

20 10 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

Um hábito não é algo permanente na vida das pessoas. É pena que muitos de nós acreditemos que hábitos não podem ser mudados e preferem usar a desculpa do tipo “ah, eu sou assim mesmo!”

Se a sua mesa de trabalho é bagunçada, não é porque você é bagunçado, desorganizado. Você só necessita criar uma rotina para que ela não fique assim. O problema é que passamos a dizer para a nossa mente “como sou desorganizado” e “nossa, não tenho como organizar esse monte de papel”, ou ainda “jamais vou conseguir ser organizado”. Rapidamente, o que é apenas um hábito seu, começa a ser percebido como um traço da sua personalidade: bagunçado, desorganizado.

Se você enxerga com pessimismo alguma novidade, notícia, não é porque você é pessimista, é apenas um hábito e não sua personalidade. Contudo, como você insiste em dizer para si mesmo “sim, sou um azarado mesmo” e “sinceramente, isso não vai dar certo”, ou ainda, “essa notícia vai acabar com meus negócios”, sua mente acredita que sua característica mais marcante – pessimismo – é você, e não somente um hábito.

Se, todas as manhãs quando acorda você diz: “lá vou eu, mais um dia de desgraça, de sofrimento. Lá vou eu para aquela empresa, aquele ninho de cobra…”, isso não é você, é apenas um hábito, porém, que pode levá-lo a um enfarte fulminante!

Do que precisamos para mudar esses hábitos?

Apenas de um pouco de rotina saudável. A rotina tem seu lado positivo. Se você quer arrumar, por exemplo, sua mesa, que vive bagunçada, basta fazer o seguinte: “todo fim de tarde, por dez minutos, vai arrumar o que puder na sua mesa”. Ao acordar, em vez de lamentar pelo dia que nasce, faça uma prece e agradeça por estar vivo. Imagino que muitos dos que estão na lista dos obituários nos jornais, se pudessem, queriam estar no seu lugar.

É só isso que preciso para mudar meus hábitos?

Sim, é somente isso! Se você persistir por mais que três ou quatro semanas, essa rotina se tornará seu novo hábito, mas, lembre-se, não irá se tornar você, mas apenas um hábito que, se você não tomar cuidado, pode retornar ao hábito ruim.

Entretanto, algumas rotinas devem ser evitadas. Segundo renomados cientistas e pesquisadores, não devemos condicionar o cérebro a fazer sempre as coisas do mesmo jeito, pois ele pode “enferrujar” e deixar de aprender, inclusive, trazer problemas como a perda da memória.

Certamente, para muitas áreas da nossa vida a rotina é profícua. Sugiro que criemos boas rotinas, como a de arrumar durante alguns minutos nossas atividades diárias na empresa, as nossas visitas a clientes, organizar uma lista com as atividades do dia seguinte, das ligações a fazer, separar tarefas que podemos delegar. E, também, devemos não cair na rotina de reclamar sempre das coisas, não aceitar ideias, ficar desmotivado diante das dificuldades.

Tenho certeza que mais de noventa por cento de tudo que é tentado ensinar às pessoas elas já sabem. A diferença é que, ou elas não aplicam nada do que sabem, ou esquecem rapidamente. Não parece que acontece isso com você? Cuidado, isso pode virar uma rotina ruim!

Este post é uma adaptação do blog Administradores.

Anúncios




Organização dos Cabos de Energia

19 10 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

Se você está lendo este artigo com certeza está tendo problemas para organizar seus cabos ou quer melhorar essa organização de um modo mais fácil. Pois bem, se você é obcecado por arrumar cabos e fixá-los, para que não se embaracem, os designers Ji Eun Lee, Yi-Seo Hyeon, Heo-Hyeoksu e Jeong Minhui pretendem acabar com essa zona.  Eles acabaram de obter financiamento (e poder de lobby) para construir um tipo de cabo que tenta evitar o embaraçamento dos fios. O cabo possui uma espécie de bloco que permite que ele se encaixe, assim como ocorre com os brinquedos LEGO.

Mas não, esses cabos não vão ser patrocinados pela LEGO. . Contudo, a adoção do novo sistema, deverá esbarrar nos interesses dos fabricantes, que terão que se adaptar ao projeto.

Quem precisa disso? Eu preciso, e compraria.. e vcs?

Um abraço.

Post adaptado do Guanabara.Info.





Gerente: saiba como avaliar o desempenho de sua equipe

27 09 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

Geralmente os funcionários precisam e querem um feedback sobre a qualidade de seu trabalho. A capacidade de o Gerente avaliar seus desempenhos tem um impacto tão importante no sucesso deles quanto no sucesso do próprio Gerente. Se a empresa tem um programa formal de avaliação, o Gerente deve seguir suas instruções em termos de tempo, classificação, promoção, treinamento, etc… Mas, se a política permitir, as sugestões abaixo podem tornar esse processo de avaliação mais eficaz:

  • Quantifique as metas de desempenho, se possível: “Eu planejo diminuir as reclamações dos clientes pelo menos 10% este ano”. “Pretendo reduzir as perdas em 15% este trimestre”. Expressar as metas em números impede predisposições e permite aos funcionários avaliarem seu progresso, clara e precisamente.
  • Você deveria manter um diário? : Alguns Gerentes utilizam-no para registrar incidentes e exemplos do desempenho que podem ser esquecidos. O registro garante informações ao longo de todo período, produzindo uma avaliação mais completa.
  • Considere a auto-avaliação: Alguns Gerentes pedem a seus funcionários que se avaliem. Essa prática amplia as informações que o Gerente pode usar para preparar a avaliação. Quando funcionários se auto-avaliam, pensam criticamente sobre seu progresso e suas realizações; e elas podem informá-lo sobre realizações, reconhecimentos e problemas que o Gerente não conhecia. Mas, para evitar abusos, ele deve definir 2 regras:
    • (1) exigir que eles forneçam apoio quantificável para suas próprias avaliações. Se não o fizer, podem dar a si próprios, classificações acima do merecido. Recuse os 100% que dizem de si mesmos.
    • (2) “Essa oportunidade é um privilégio, não um direito”. As auto-avaliações do Gerente são apenas uma das informações que ele pode usar para uma avaliação mais completa.
  • Cortando os problemas pela raiz: Comportamentos ou desempenhos inaceitáveis devem ser informados no ato. Por exemplo, um funcionário que sempre volta do almoço atrasado, deve ser informado do problema e do seu impacto na revisão da avaliação. Essa prática é melhor do que deixar a situação arrastar-se até a avaliação.

Armadilhas das Avaliações de Desempenho


As avaliações estão sujeitas a riscos, mas podem ser evitados se soubermos quais são:

  • As impressões negativas: os Gerentes devem se prevenir contra a formação de opiniões positivas ou negativas baseadas na personalidade ou aparência pessoal. Dessa forma, ele deve se concentrar em avaliar se o funcionário cumpriu corretamente as metas.
  • Tolerância: alguns Gerentes tendem a ser permissivos porque se sentem constrangidos ao discutir as deficiências de seus funcionários e, embora isso às vezes seja compreensível, a maior responsabilidade gerencial é aconselho colaborador sobre como melhorar seu desempenho. Todos sofrem com uma avaliação tolerante, a organização não obtém retorno do investimento, os funcionários abaixo da média podem perder o respeito por seus chefes, ao mesmo tempo em que adquirem falsa segurança.
  • Tendência central: essa armadilha – que tem parentesco com a tolerância – é a inclinação do Gerente em avaliar como aceitáveis todos os desempenhos. Nesse caso, ele comete a injustiça com os que têm bom desempenho.
  • Concentrar em um comportamento recente: é mais fácil de lembrar; mas, conta apenas uma parte da história. Avaliações devem acessar o desempenho do período completo desde a última avaliação, não apenas os acontecimentos ou progressos recentes.

A Reunião de Avaliação

Alguns Gerentes consideram essa reunião “um mal necessário”, pois as informações trocadas entre ambos podem ser muito importantes para os avaliados. Dessa forma, os Gerentes devem definir data e hora convenientes para todos e informar ao avaliado que assuntos irão discutir, para que ele chegue preparado.

Rever as atribuições do cargo e os registros anteriores e refletir sobre as obrigações e responsabilidades do avaliado, os projetos completados ou pendentes, as metas acordadas para o período, o treinamento, a experiência, as habilidades de planejamento, a organização, a iniciativa, a capacidade de relações sociais e outros atributos baseados exclusivamente no desempenho.

Alguns Gerentes começam elogiando as realizações e as qualidades do avaliado, abordando as áreas que precisam melhorias e as ações que o avaliado pode realizar para corrigir ou aumentar o desempenho naquelas áreas. Diante disso, o Gerente deve evitar frases vagas. Deve apoiar sua avaliação citando incidentes, datas, horários e evidências objetivas do bom e do mau desempenho.

Além disso, o Gerente Jamais deve comparar os colaboradores, pois isso pode trazer problemas, pois indicar modelos pode criar ressentimentos. Em vez disso, deve se concentrar em saber se o avaliado atingiu – ou não – as metas estabelecidas.

LEMBRE-SE: as avaliações de desempenho são orientadas para o sucesso, confirmando os pontos fortes, revelando as deficiências e destacando as necessidades de treinamentos adicionais.

Post adaptado do Administradores.





GTD em 20 minutos

26 09 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

Este artigo é indicado para pessoas que estejam a entrar em contato com o sistema GTD pela primeira vez. Resume algumas das principais ideias chave do funcionamento de GTD, não sendo no entanto uma solução para se entender e aprender a praticar GTD.

Traduzido e adaptado do original “Book summary: 10 Big ideas from ‘Getting Things Done’ by David Allen”

1. Se o seu dia-a-dia está fora de controle, é praticamente impossível de pensar estratégicamente ou planear com eficácia.

Quando nos sentimos sobrecarregados com o quanto ainda temos que fazer (e quem não se sente?), é difícil ter um bom foco para assegurar que a nossa vida e trabalho se move na direcção que queremos. É por isso que é importante ter o controlo das nossas tarefas diárias antes de trabalhar no planeamento da grande visão da nossa vida.

GTD é uma abordagem “bottom-up” à produtividade. O objectivo é atingir uma sensação de conforto e controlo sobre o trabalho que temos agora, para que se liberte energia e espaço mental para outras coisas mais elevadas.

2. Defina o que é que “feito” significa.

A maioria das tarefas que as pessoas têm nas suas “listas de tarefas” são “pedaços amorfos de inexequibilidades” – compromissos sem uma visão clara daquilo que “feito” significa. Isto é um grande problema – o nosso cérebro está desenhado naturalmente para nos ajudar a descobrir como fazer coisas, mas apenas se soubermos com o que se parece aquilo onde queremos chegar.

Tudo aquilo em que trabalhamos deve ter um ponto de conclusão bem claro – um ponto onde sabemos que chegamos ao fim. Se não sabemos qual é esse ponto, vai ser difícil fazer qualquer progresso. Quando temos problemas em fazer progressos o primeiro passo é definir com o que se parece este ponto de conclusão.

3. O trabalho mental tem cinco fases distintas: Recolher, Processar, Organizar, Fazer e Rever.

Existem cinco fases separadas para gerir o trabalho de acordo com GTD:

Recolher é o acto de capturar todos os inputs: recursos, tarefas, ideias, etc. Conseguimos dar um melhor seguimento a todos os inputs se estiverem todos recolhidos num único recipiente (caixa de entrada).
Processar é o acto de examinar todos os inputs recolhidos e decidir qual o seu significado, objectivo e que compromisso queremos estabelecer.
Organizar significa pegar nos resultados da fase de Processar e colocá-los num sistema de confiança para que não tenhamos que nos lembrar de tudo. As tarefas vão para uma lista de tarefas, projectos para a lista de projectos, planos futuros para uma incubadora, informação de referência para uma arquivo, etc etc..
Fazer significa percorrer as tarefas que podem ser executadas no momento e completá-las.
Rever significa verificar que as listas, assim como todo o sistema está actualizado e de acordo com os nossos objectivos e compromissos. É também uma fase para rever a nossa estratégia e melhorar o sistema para obter melhores resultados.
Deve-se manter as fases deliberadamente separadas para se alcançar melhores resultados.

4. Tire tudo da cabeça.

A maioria das pessoa tenta manter tudo o que precisam de saber e fazer na cabeça, o que é um grande erro. Os nossos cérebros estão optimizados para fazer decisões rápidas, não para armazenamento. Tentar gerir demasiadas coisas na cabeça ao mesmo tempo é a principal razão pela qual ficamos stressados quando há muita coisa a acontecer – estamos a usar a ferramenta errada para esse fim.

A melhor forma de parar com este mau hábito e começar a ser mais produtivo é despender de alguns minutos a pôr em papel tudo o que está na sua mente. Pode escrever, desenhar – seja o que for que funcione para si, desde que o veja claramente assim que acabar. Assim que a informação estiver fora da cabeça, é bastante mais fácil descobrir o que fazer com ela. Bastam 10 minutos de “exteriorização de pensamentos” para nos ajudar a sentir menos stressados com a carga de trabalho.

Claro que o melhor é nunca se sentir stressado em primeiro lugar, por isso facilite a recolha do que quer que esteja a pensar a qualquer instante. Eu levo comigo uma carteiro que tem espaço para pequenos cartões de papel e uma caneta – quando tenho uma ideia, é fácil capturá-la, mesmo que naquele instante não tenha comigo a minha agenda ou portátil. Se reduzirmos os obstáculos que temos à recolha de ideias, vamos naturalmente conseguir recolher muitas mais.

5. Projectos e tarefas são duas coisas diferentes e devem ser geridos separadamente.

Um dos maiores erros que as pessoas fazem quando tentam controlar as coisas que têm para fazer, é misturar tarefas e projectos. Essa é uma forma de se sentir sobrecarregado rapidamente – a maior parte das coisas não pode ser feita com apenas uma acção.

Por exemplo, acabei de escrever um livro que me levou um ano a terminar. Se eu tivesse escrito “escrever livro” na minha lista de tarefas, ia rapidamente sentir-me sobrecarregado – o projecto é demasiado grande. Em vez de “falhar” na conclusão dessa tarefa durante um ano inteiro, é melhor tratá-la como um projecto – algo que, segundo a nomenclatura GTD, leva mais do que uma tarefa para ser terminado. Eu não posso “escrever o livro”, mas posso escreve pequenas partes dele, sempre que me sento para trabalhar.

Como projectos e tarefas são duas coisas diferentes, é melhor serem geridos separadamente. Eu levo comigo um pequeno caderno para anotar as tarefas a fazer e uma lista que me diz quais os meus projectos activos.

6. Foque-se na Próxima Acção necessária para ir em frente.

Os grandes projectos têm muitos passos e podem ser bastante complexos. A chave para lidar com esses projectos não é focar-se em tudo o que tem que ser feito – isso é a forma mais rápida de stressar!
A solução é sim focar-se apenas na próxima acção física que pode ser feita e que leva o projecto em frente. Esta acção pode ser procurar por alguma informação, fazer um telefonema, ou qualquer outra pequena tarefa. Seja o que for, a conclusão dessa tarefa irá pô-lo um passo mais próximo da conclusão do seu projecto, por isso não se preocupe com tudo o resto – foque-se apenas naquilo que pode fazer agora.

7. Use a “Regra dos 2 Minutos” para as pequenas tarefas.

Não se preocupe demasiado em controlar ou organizar as tarefas realmente pequenas – se conseguir concluir uma tarefa em menos de 2 minutos, faça-a logo! Escrever tudo para mais tarde rever acaba por gastar mais tempo do que se a fizer no mesmo instante.

Pessoalmente, eu estendi este período para 5 minutos – mantendo o mesmo princípio.

8. Utilize pastas de Referência e UmDia/Talvez para todas as coisas que não têm acção imediata.

Não faz sentido manter projectos a longo prazo ou informações de referência na lista de tarefas diária. Ter pastas (ou arquivos) de referência é uma óptima solução para guardar tudo aquilo que não tem nenhuma acção associada neste momento. Estes ficheiros podem ser físicos ou electrónicos – eu, por exemplo, guardo a minha papelada importante e documentos legais num cofre à prova de fogo, e ficheiros electrónicos e websites num ficheiro no meu computador.

As listas UmDia/Talvez são óptimas para adiar ideias que um dia podemos querer trabalhar, mas com as quais não queremos criar quaisquer compromissos agora. Eu tenho bastantes mais ideias do que a energia que tenho para as fazer a todas. Em vez de as perder, vou capturando-as numa pasta que as guarde para mais tarde, para quando tiver mais tempo e energia. Quando estiver pronto para me comprometer com um novo projecto, basta dar uma olhada à lista UmDia/Talvez e transformar uma destas ideias num projecto activo.

9. Construa um sistema de confiança que o ajude a gerir todos os seus compromissos.

A nossa mente mantêm coisas em memória se souber que as vamos perder caso ela não o faça. É por isso que construir um sistema de produtividade é importante – ajuda a nossa mente a largar detalhes desnecessários para que se possa focar com eficácia nas tarefas a desempenhar em cada instante. É por isso que a Exteriorização funciona – quando pomos algo no papel ou num local onde sabemos que iremos encontrar mais tarde, estamos a libertar recursos mentais que podem ser melhor utilizados em outras coisas.

Um sistema de produtividade eficiente consiste em:

lista de tarefas activas – próximas acção a serem completadas nos próximos dias.
lista de projectos activos – projectos a completar nas próximas semanas/meses.
calendário – compromissos futuros com data e hora específica.
lista UmDia/Talvez – ideias a explorar, mas não agora.
referência – informação ou documentos que podem ser importantes para consultas futuras.
ferramenta de recolha – algo que ajuda a capturar as ideias e próximas acções assim que surgem na mente.
10. Reserve tempo dedicado a uma Revisão Semanal

A vida muda muito rapidamente – às vezes temos tanto para fazer que se torna difícil dar um passo para trás e examinar se estamos ou não a obter os resultados que queremos e a caminhar na direcção certa. É por isso que é extremamente importante reservar e marcar tempo uma vez por semana para fazer a “Revisão Semanal”.
Aqui estão algumas coisas que se devem incluir nesta revisão:

Processar e organizar – há coisas recolhidas mas que ainda não tenham sido processadas?
Rever tarefas activas – há tarefas para acrescentar, delegar, adiar ou remover?
Rever projectos activos – há projectos para acrescentar, delegar, adiar ou remover?
Rever o calendário – há compromissos a marcar, adiar ou remover? há tarefas relacionadas com compromissos passados ou futuros que devam ser inseridas no sistema?
UmDia/Talvez – alguma coisa que queira promover para projecto activo? alguma coisa para apagar por já não fazer sentido?
Referência – alguma coisa a adicionar ou actualizar? alguma coisa que vá precisar em breve?
Não deixe de fazer a revisão semanal – é extremamente importante se quer realmente reduzir o seu nível de stress. Pessoalmente, prefiro marcar a revisão semanal para o final da semana: sexta à tarde ou sábado de manhã. É uma óptima maneira de concluir a semana, sentir-me bem com tudo o que alcancei, planear a próxima semana e preparar-me para um bom fim de semana de descanso.

Posts adaptaco do Germinar. http://www.germinar.pt/gtd-em-20min/
(via Instapaper)

Rodrigo Vital

Enviado pelo meu Ipad





5 dicas para evitar o stress das viagens aéreas

24 09 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

Quem não se estressa com os longos deslocamentos congestionados até chegar nos aeroportos, as longas filas das companhias aéreas, longas esperas, atrasos, informações deficientes, correrias para pegar conexões, companhias aéreas que mandam desligar até os celulares que têm modo avião, desconforto a bordo e toda a variedade de obstáculos no caminho de uma viagem aérea tranquila?

Em feriadões, férias e períodos de eventos, tudo se complica mais, mas a malha aérea é frágil e a infraestrutura terrestre está no limite, então estamos permanentemente sujeitos às situações que a imprensa se acostumou a chamar de “caos aéreo”.

Sair mais cedo, planejar bem os deslocamentos e outras dicas de puro bom senso também se aplicam, mas as 5 dicas a seguir buscam oferecer outras formas simples de planejar e exercitar o conforto possível nas situações adversas comuns nos vôos brasileiros.

1 – Atitude positiva

Nossos conhecimentos e habilidades nem sempre são os fatores que fazem a diferença quando estamos em uma situação completamente fora do nosso controle: as atitudes é que permitem construir a diferença entre o profundo stress e um incômodo gerenciado.

Como consumidores, sempre esperamos o atendimento com o nível de conforto que é nosso direito, e pelo qual muitas vezes estamos pagando caro. Amenidades como o check-in antecipado on-line, ou a possibilidade de fazer viagens curtas levando apenas bagagem de mão, ajudam a tornar mais prático o ato de viajar.

Mas às vezes as coisas começam a dar errado ao nosso redor e fora do nosso controle, e logo se percebe as maneiras diferentes como as pessoas lidam com a situação, e como isso se reflete no seu próprio nível de stress.

Alguns permitem que a revolta domine suas reações, e passam as horas olhando intensamente para os painéis e esbravejando contra o atraso, o assento apertado ou a falta de informações confiáveis, enquanto outros conseguem aguardar com o máximo de conforto possível (nas circunstâncias), até que a situação, usualmente fora do seu controle, seja resolvida ou superada.

Sabemos que o nível de conforto oferecido pelos aeroportos e companhias aéreas nessas horas geralmente deixa muito a desejar, faltando acomodações, informação atualizada, alimentação, comunicação e muito mais.

Mas uma atitude negativa que não melhore em nada a sua situação, nem a que ocorre ao seu redor é, na menos pior das hipóteses, um grande desperdício de energia.

A forma como lidamos com a situação pode fazer grande diferença, e reduzir o nosso próprio nível de desconforto geralmente está ao nosso alcance, se atentarmos para isso.

2 – Entretenimento pessoal

Não ter algo mais para se distrair é uma forma certeira de abrir espaço para a mente se fixar no desconforto da situação, amplificando a sensação do assento apertado, do vizinho chato da poltrona ao lado, ou da espera interminável para embarcar.

Nem sempre se pode contar com a livraria do aeroporto para suprir alguma distração nessas horas. Todos temos nossos passatempos favoritos, e muitos deles são portáteis o suficiente para ir na bagagem de mão: um bom livro, uma revista, jogos eletrônicos, palavras cruzadas, sudoku – leve suprimento suficiente para todo o trajeto!

Quem conta com o celular para oferecer jogos, músicas, vídeos ou leituras durante a viagem aérea precisa ficar atento: dependendo da companhia aérea, seu uso pode ser proibido durante todo o trajeto, mesmo que o seu aparelho disponha de um “modo avião”.

Mesmo nesses casos, o uso de notebooks, tablets, videogames portáteis, media players e outros aparelhos continua permitido, então se você tiver alguma dessas alternativas, ainda poderá contar com entretenimento eletrônico individual a bordo.

Até o ano passado, além de um livro, eu costumava viajar levando um o iphone com vários jogos, músicas e vídeos na memória, e a bateria dele era suficiente para me manter entretido durante a viagem. Continua achando uma boa opção, e não me parece que nenhuma companhia o proíba.

Mas hoje tenho um ipad, e nas viagens recentes foi ele que me atendeu, permitindo assistir a um vídeo numa tela maior, jogar um pouco, ouvir música, ler alguns ebooks e até colocar em dia as leituras dos artigos da web que eu gravei para leitura posterior (offline, claro) com o Instapaper.

Claro que os preços dos tablets que estão hoje no mercado tornam proibitiva a aquisição para uso só com essa finalidade de entretenimento a bordo, mas se você já tiver um, é o que eu recomendo para complementar as opções de distração a bordo e nas esperas.

Quanto ao conteúdo, além dos ebooks e audiobooks que estiverem à mão, sou fã de alguns seriados da TV, e para levar em vôos prefiro converter os DVDs de alguns episódios das séries que possuo, do que converter algum filme – as interrupções em escalas, serviço de bordo, etc. tornam mais prático assistir a múltiplos conteúdos de menor duração do que um único conteúdo maior.

3 – Conexão à web em (quase) todo lugar

Vários aeroportos brasileiros dispõem de redes Wi-Fi, muitas delas oferecidas por provedores comerciais dos quais você pode contratar o serviço na hora, pagando com seu cartão de crédito por meio de seu próprio micro, a não ser que já seja cliente e disponha de uma franquia de horas. Informe-se previamente sobre as condições nos aeroportos de sua rota.

Mas em boa parte dos destinos brasileiros é possível contar também com o serviço móvel 3G das operadoras de celular, e dispor deste tipo de conexão no seu notebook pode ser a forma de conseguir ter acesso a mais informações e contatos durante longas esperas, ou uma maneira alternativa de se informar sobre o que está acontecendo, quando as companhias aéreas se negam a prestar informações completas.

A qualidade do serviço 3G varia, mas mesmo uma conexão ruim é melhor do que não ter conexão nenhuma. Mesmo que você não disponha de um modem 3G para usar no seu notebook, verifique (previamente!) a possibilidade de realizar a conexão dele por meio do seu celular (na operação conhecida como tethering), via Bluetooth ou cabo USB, e esteja preparado caso a necessidade de uso apareça, pois você não terá como pesquisar isso no Google se não conseguir se conectar 😉

4 – Fazendo durar as baterias

Em viagens é comum acontecer de o notebook ter de funcionar ao longo de um período extenso sem possibilidade de recarga – e aí o esquema é desativar os efeitos 3D, reduzir o número de processos desnecessários em execução, desligar a rede wireless (se não estiver em uso), e ficar de olho nas oportunidades de usar uma tomada – se possível, sendo um bom companheiro, e compartilhando-as com os demais.

Quando nenhuma tomada está à mão e é necessário usar uma conexão 3G (voraz consumidora de energia), eu procuro usar os recursos de trabalho off-line disponíveis nos aplicativos – conecto, busco as informações necessárias, desconecto, opero sobre elas (por exemplo, escrevendo respostas a todos os e-mails importantes), aí reconecto, envio e recomeço o procedimento. A não ser que a etapa de processamento seja curta, manter a conexão ativa enquanto estamos operando apenas com recursos locais é um dreno desnecessário para a bateria.

Para mim, a regra de ouro é não misturar as baterias de entretenimento e as de serviço. Quando o aviso de que vai haver um longo atraso chegar, faço questão de ter bastante bateria disponível no telefone e netbook para todos os contatos, consultas e procedimentos que desejar fazer, e ficaria profundamente desapontado comigo mesmo se já as tivesse gastado assistindo a seriados e jogando.

5 – A bagagem de mão do viajante prevenido

Já falamos sobre check-lists de bagagem nessa Semana da Efetividade em Viagens, mas há algo a complementar: quando o viajante tem foco na preservação do conforto possível durante situações adversas em aeroportos e aviões, há alguns itens extras que não podem faltar em sua bagagem de mão:

  • Dinheiro trocado. Às vezes o produto ou serviço que você mais deseja, às 3 da manhã em um saguão lotado, depende de alguém que não terá como trocar R$ 50.

  • Muda de roupa extra: tanto pensando em situações climáticas imprevistas (como acontece todos os dias de inverno com pessoas que não sabiam que fariam conexões em São Paulo para vôos ao Nordeste) quanto na possibilidade de querer trocar de roupa em uma permanência prolongada em um saguão de aeroporto. Afinal, encarar uma espera noite adentro em um saguão de aeroporto em roupas suadas, ou tremendo de frio, amplia bastante o stress. Escolha peças versáteis e que ocupem pouco espaço.
  • Conexão móvel à Internet. Veja a dica acima sobre conexão à web em (quase) todo lugar.
  • Travesseiro inflável: fácil de encontrar em lojas de malas e em aeroportos, ele quase não ocupa espaço, é fácil de inflar e esvaziar, e reduz o desconforto tanto a bordo quanto nas situações extremas de espera em saguões.

  • Celular com bastante carga, crédito, e habilitado para funcionar no destino. Querer e não poder ligar para pedir uma providência ou avisar de uma mudança inesperada de itinerário ou horários pode ser uma grande frustração. Prevenir isso depende de parcimônia no uso da bateria e, quando possível, na presença do carregador e de uma tomada funcionando.
  • Fones de ouvido com supressão de ruídos externos. Isolar-se auditivamente do stress ao seu redor pode ser positivo, mas só deve ser feito em situações de espera em terra se houver alguém para lhe avisar se houver algum aviso ou novidade. Tampões de ouvido podem ser usados para a mesma finalidade.

  • Distração. Veja acima a dica sobre Entretenimento Pessoal.
  • Higiene pessoal. Escova de dentes, pente, desodorante, os remédios que você toma regularmente, analgésico, antigripal, kit das lentes de contato, lenços, pastilha para garganta, band-aid.

  • Alimentação. As lanchonetes dos aeroportos fecham! Ter barras de cereais (as mesmas que as companhias nos servem à bordo e odiamos), biscoitos, água (quando possível) pode fazer a diferença.

Este post é uma adaptação do Saia do Lugar.

Sua vez!

Que providências você toma para reduzir o stress causado pelas viagens aéreas? Compartilhe conosco nos comentários!





10 Dicas para saber se alguém está mentindo, estilo Lie to Me

15 07 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo, veja este post e nos acompanhe.





Inspirando as pessoas, como líder e como empreendedor

28 06 2010
http://gerentebeminformado.blogspot.com

Agora o blog está em outro endereço (http://gerentebeminformado.blogspot.com/) com novo layout e novas notícias. Clique na imagem abaixo e nos acompanhe.

[tweetmeme source=”gerentebeminfor” only_single=false]

Nesse fantástico vídeo do TED, Simon Sinek mostra diversos exemplos de empresas que tiveram sucesso por causa da sua habilidade de inspirar pessoas, como líder e como empreendedor. Ele explica de forma bem didática a importância de demonstrar um propósito no seu produto ao invés de simplesmente falar que ele é bom.

No vídeo vamos estar falando sobre inspirar as pessoas, mas em de 2 tópicos diferentes, como empresa mostrando o propósito do seu produto e como líder de uma equipe fazendo os seus colaboradores acreditarem na visão da empresa.

Ele fala na parte de mostrar o propósito do seu produto, que as pessoas não compram o que você faz, elas compram o porquê você faz. E o que você faz serve apenas como a prova do que você acredita.

É bem interessante também a análise que ele faz sobre o avião. Junto com os irmãos Wright existia uma outra empresa extremamente bem financiada que contratou as melhores pessoas mas simplesmente não conseguiu fazer o projeto do avião sair. Ter dinheiro e pessoas capacitadas não é suficiente se você não tem paixão que inspire as pessoas a tirar sua ideia do papel. Em compensação, se seu produto inspira as pessoas, você não precisa ter tanto dinheiro assim.

(Para assistir o vídeo com legendas, clique em Subtitles e escolha a opção “Portuguese”. Link direto)

Ele também mostra a lei de Difusão da Inovação, mostrando o casa de fracasso da TIVO nos EUA, e mostra um modo fantástico de mudar a propagando.E mostra o caso de sucesso do Martin Luther King, pois ele dizia apenas no que ele acreditava e as pessoas acreditavam nele, pegara a sua causa e a tornaram a causa deles. Como uma prova de que ele realmente acreditava, ele disse no discurso “eu tenho um sonho” e não “eu tenho um plano”.

A parte que ele fala sobre contratar pessoas, é muito bom. Pois ele fala que contratar pessoas apenas porque podem fazer um trabalho, elas vão trabalhar pelo seu dinheiro, mas se você contratar pessoas que acreditam no que você acredita, elas vão trabalhar para você com o sangue, suor e lágrimas. Você tem que ser impulsionados por uma causa, um propósito, uma crença. Uma crença que você irá mudar algo, talvez até o mundo. Ao contrário de ter um negócio porque quer ser rico, quer ser famoso. O que acontece é que uma equipe trabalha para você com o sangue, suor e lágrimas, e a outra equipe trabalha pelo pagamento.

Além de liderar pessoas dentro da empresa, você em algum momento precisará se comportar como um líder com os seus clientes. Se você quer inovar, é importante mostrar o caminho e inspirar a pessoas a seguí-lo junto com você. Por isso, é tão importante ter paixão pelo que você faz e comunicar seu produto de forma que instiguem as pessoas a se tornarem seus entusiastas.

Este post é uma adaptação de um post do blog SaiadoLugar.

Espero que vocês tenham gostado do vídeo, pois eu gostei e muito. Avaliem o mesmo, e coloquem seus comentários.

Um abraço para todos.

Veja também:

Transformando Grupos em Equipes

Os 8 segredos para o sucesso

Dicas para pedir aumento








%d blogueiros gostam disto: