Dicas para pedir aumento

2 06 2010
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Em algum momento da nossa carreira precisamos pedir um aumento. E nada mais justo do que pedir um aumento se você tem dado resultado, superado metas, mas seu salário está defasado. Negociar um aumento, no entanto, requer táticas próprias e estratégias bem delineadas.

Abaixo enumerei algumas dicas valiosas que podem ajudá-lo a dar o primeiro passo

  1. Liste todas as contribuições que você já fez até agora para a empresa – organize os argumentos. Avalie se é o momento certo, se a empresa vive um período de bons resultados e se a economia do país vai bem;
  2. Na hora de abordar seu chefe, fale com convicção;
  3. Detenha-se em suas realizações e no potencial que você possui para contribuir ainda mais pela empresa;
  4. Evite comparações com outros profissionais, do tipo “eles ganham mais do que eu e fazem menos “. Esse tipo de postura só prejudica sua imagem e certamente causará uma má impressão sobre sua conduta. Procure ater-se ao seu desempenho e aos desafios que está disposto a enfrentar;
  5. Jamais apele para as seguintes alegações: “Chego sempre no horário, nunca falto, cumpro com as minhas responsabilidades”. Como bem disse, você não está fazendo nada mais do que a sua obrigação de funcionário e profissional;
  6. Procure também fugir da armadilha que muitos usam para valorizar o passe, como blefar sobre uma outra proposta de emprego. Se de fato há um convite do concorrente, por exemplo, seja o mais honesto possível e avalie se vale a pena arriscar. Pense bem porque o tiro pode sair pela culatra e o seu emprego também.
  7. Agora, se de fato seu salário está defasado em relação ao mercado, procure reunir dados consistentes, de fontes confiáveis. São informações que podem ser apresentadas como parte de seus argumentos. Se você fez um MBA ou um curso de especialização, use-os como arma para sua negociação.

Lembre-se que essa é uma tarefa que não deve ser encarada como uma batalha, mas um passo para o reconhecimento do seu trabalho.

Este post foi uma adaptação de um post da HSM.

O que vocês acharam? Avaliem o post e comentem.

Um abraço para todos.





O casal perfeito : Rainha de Copas e Lorde Voldemort

2 06 2010
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Um post muito bom sobre gestão empresarial, tomada de decisão, estrutura organizacionais e tudo isso fazendo um comparativo com alguns filmes.

Esse texto foi inspirado em um post que minha amiga Adriana publicou no blog da HSM (Acesse aqui) sobre um artigo, que será publicado na edição de julho-agosto da revista HSM management, sobre um reality show inglês que ajudou o presidente de uma construtora a sair de seu “País das maravilhas”, que ela chamou de ManagementLand, e conhecer a realidade da organização.

Já escrevi em posts anteriores que o tamanho das empresas e de suas estruturas organizacionais afastaram os tomadores de decisão da realidade de quem está em contato direto com o cliente. Quanto maior a quantidade de níveis hierárquicos, mais afastada da realidade do cliente a alta administração está e, diante disso, as decisões, geralmente, têm poucos dados e pouca vivência dessa realidade e, por essa razão, mostram-se quase que totalmente desconectadas dessas realidades.

No mundo da ManagementLand, o presidente de uma empresa está cada vez mais se tornando um Líder-Rainha de copas do filme “Alice no país das maravilhas”, que está com a visão de curto alcance e que precisa confiar nos assessores mais próximos que estão apenas um nível a mais próximo da realidade dos clientes e dos funcionários, confiando a eles a coleta de informações que levam a decisões como, por exemplo, mandar cortar a cabeça de Alice que, muitas vezes, se deve a implicância de apenas uma carta do seu baralho de soldados.

Na grande maioria das empresas, a alta administração age como a Rainha de copas. Vivem em seus castelos, geralmente no último andar, em ambientes com isolamento acústico físico e organizacional. Enfim, não conseguem enxergar com os próprios olhos o que acontece em toda a empresa. Na minha opinião, esse bloqueio se deve muito ao principal motivo porque não se inova na gestão que é a luta da gerência média pela manutenção do status quo.

O monarca no trono, como a Rainha Branca do filme,normalmente não promove revoluções. A maioria  dos sistemas de gestão, no entanto, dá uma parcela desproporcional da influência sobre políticas e estratégias a um pequeno número de altos executivos. Ironicamente, esse é justamente o grupo com mais interesse no status quo e o mais inclinado a defendê-lo. É por isso que empresas novas costumam ceder espaço a empresas novas.

Para completar, na grande maioria das empresas existe um casamento virtual da Rainha de Copas com o Lorde Voldemort, aquele que não deve ser nomeado, da saga do bruxinho Harry Potter. É um verdadeiro casal perfeito, pois um não consegue ver e ouvir, enquanto que o outro deseja que ninguém fale.

Escrevi sobre esse personagem da ficção organizacional após assistir, no fórum mundial de liderança organizado pela HSM ano passado, a palestra do professor Jeffrey Pfeffer, um dos maiores especialistas em gestão de pessoas, que, entre os vários ensinamentos que compartilhou com todos, destacou a necessidade que o líder aposte na verdade para liderar uma cultura de resultados extraordinários.

Esse é o ponto em que quero fazer com o Lord Voldemort. Quem acompanha a saga sabe que ele é o vilão e o assassino dos pais de Harry. O engraçado do filme é que a maioria  dos personagens não podem mencionar o nome do vilão, sempre se referindo a ele como “aquele que não deve ser nomeado”, sendo que Harry Potter é o único que tem coragem de falar o nome do vilão.

Sabemos que as pessoas dentro das empresas tem consciência dos problemas que suas respectivas empresas enfrentam e que emperram a busca por resultados extraordinários. Ocorre que a conversa e a reflexão sobre esses problemas não são estimulados por aqueles que deveriam liderar a mudança, mesmo sabendo que ela é necessária e inevitável.

Daí surgem aquelas conversas reservadas em lugares isolados e escondidos para falar desses problemas, para falar sobre “aquilo que não deve ser nomeado”. São poucos os “Harry Potter” existentes dentro das empresas que têm coragem para falar o nome do vilão “VOLDEMORT”.

Essa situação chega a extremos com a negação dos fatos como ocorre no quinto filme da série “Harry Potter e a ordem da Fênix” em que, após o quarto filme que marca a volta do vilão, o ministro da magia nega veementemente a volta do vilão e passa a perseguir Harry Potter chamando-o de mentiroso e irresponsável, ou seja, ao invés de verificar a veracidade da mensagem, tenta culpar o mensageiro.

Voltando ao post da Adriana, para combater esse casal perfeito, Adriana cita um livro, chamado “Monday Morning Leadership”, de David Cottrell, que tenta ensinar os executivos a escapar do Managementland sem ser à paisana como no reality show citado no início do texto. Para enfrentar essa realidade, sem ser a paisana, ela encontrou dez dicas:

  1. Seja um ouvinte excepcional. Mesmo. Não adianta fazer de conta que ouve quando, mentalmente, você está é recheando sua fala com mais argumentos.
  2. Vá para a linha de frente. Não é necessário disfarce. Basta ser o presidente de uma fábrica de iogurtes que fica quatro horas no supermercado uma vez por mês, observando o que os clientes falam, ou despende o mesmo tempo no call center da empresa. O raciocínio vale para todos os escalões de liderança, até o gerente júnior, o supervisor, o líder informal.
  3. Tenha, regularmente, reuniões um-a-um, ao menos com os funcionários-chave. Não fique só ouvindo o que um terceiro lhe traz de informações sobre a atividade deles. Vá direto à fonte. Mesmo sem querer, o terceiro deturpa a informação. Isso, quando não o faz de propósito.
  4. Faça reuniões informais com as pessoas, de café da manhã, cafezinho, chá da tarde, restaurante etc.
  5. Realize pesquisas com os funcionários. Muitas. A única desculpa aceitável para não fazê-las é você saber de antemão que não fará nada a respeito dos resultados.
  6. Não seja prisioneiro em sua torre de marfim. Saia sempre do escritório. Ande por toda parte.
  7. Valha-se da tecnologia das redes sociais online – blogs, twitter, facebook, msn– ou dos e-mails e SMS de celular, que seja. Em vez de reclamar que os outros usam esses instrumentos em excesso, use-os você também, como aliados, na medida certa.
  8. Vá almoçar sempre com funcionários, tanto quanto com clientes. No restaurante da empresa ou nos arredores. (O conselho coincide em certo ponto com o item 4, mas não 100%.)
  9. Estabeleça uma cultura suficientemente informal e arejada em que as pessoas se sintam à vontade para desafiar a autoridade e para falar o que realmente pensam.
  10. Busque feedback o tempo todo e em ângulo de 360 graus. Não adianta a opinião de um ou dois gatos pingados.

As perguntas que quero deixar para reflexão são : Quantos “Voldemort” temos dentro das empresas que precisam deixar de ser “aquele que não deve ser nomeado”? Quantas Rainhas de Copas precisam sair de seus castelos e terem contato e experiência com a realidade de toda a empresa? Onde estão os “Harry Potter” dentro das nossas empresas? Até quando teremos que negar a existência dos “Voldemort” dentro de nossas empresas? Será que é preciso que um executivo, em qualquer nível da empresa, tenha que se vestir a paisana, como no reality show citado, para conhecer a realidade cotidiana dos funcionários na empresa?

Um dos desafios criados pela brigada de renegados, que citei no primeiro post sobre inovação na gestão, para que seja desconstruída a gestão e um novo modelo ganhe espaço é criar uma democracia de informações, pois cada vez mais, a geração de valor se dará na interface entre funcionários e clientes. Esse pessoal precisa de informações e autonomia para poder fazer o que é certo para o cliente sem ter de pedir permissão.  Em ambientes voláteis como os atuais, todo funcionário precisa de liberdade e de dados para agir com inteligência. Se tiver que repassar a decisão as instâncias superiores, a adaptabilidade sofre. Para tomar decisões oportunas que reflitam os interesses da empresa, o pessoal na base precisa estar entre os mais bem informados da organização.

Se quisermos alcançar resultados extraordinários temos que passar a encarar de frente os “Voldemort” presentes em nossas empresas. Afinal de contas, para resolver um problema, de qualquer natureza, o primeiro passo é reconhece-los e passar a nomea-los.

Para finalizar, a Adriana aconselha cuidado. Líder rainha-de-copas é o que não falta; é muito mais comum do que líder rainha-branca (supondo que ela seja antenada e empática). Em todo caso, fuja do Managementland. Ria com o Gato-que-Ri, corra atrás do Coelho-Sempre-Atrasado. Tome chá com o Chapeleiro Maluco. Identifique e nomei os problemas “Voldemort”existentes dentro das empresas. Não mande cortar a cabeça da Alice só porque uma carta do seu baralho de soldados implicou com ela. Abra as portas, as enormes e as minúsculas também. Humanize-se. Socialize-se.

O post foi retirado do Blog do Marcelão.

Um abraço a todos.





Melhore sua comunicação

1 06 2010
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Comunicação é um dos assuntos mais complexos e difíceis de ser trabalhado.

Para ajudar vamos colocar uma lista de tópicos para ajudarmos a você a se comunicar melhor, no momento de se comunicar oralmente em uma reunião ou apresentação.

  • Primeiro ponto para quem quer ser um bom comunicador: seja um bom ouvinte.
  • Não interrompa quando o outro está falando.
  • Coloque seu interlocutor à vontade.
  • Mostre-se interessado no que o seu interlocutor está falando.
  • Não se distraia durante a conversa.
  • Assegure-se de houve um entendimento mútuo do que foi tratado.
  • Tenha segurança ao falar. Confie em si mesmo, reforce sua auto-estima para ficar calmo e tranqüilo em qualquer situação.
  • Fale bem, com boa voz, boa dicção. Administre a velocidade da fala, faça pausas, adeque o volume ao ambiente e ao(s) interlocutor(es).
  • Seja objetivo, desenvolva as idéias com clareza, com começo, meio e fim, use exemplos para fortalecer os seus argumentos.
  • Faça gestos adequados, tome cuidado com as mãos, evitando uma excessiva gesticulação. Procure adequar a expressão facial ao seu conteúdo, tenha uma postura elegante e confiante.
  • Adeque o vocabulário e a linguagem ao tipo de pessoa com quem estiver falando para falar na mesma “língua” do interlocutor. Isso exige flexibilidade e preparo.
  • A aparência e elegância também contam pontos. Seja discreto ao vestir-se, zelando por uma impressão positiva, considerando um bom asseio corporal.
  • Conheça e utilize regras de comportamento social para situações formais. Saiba como cumprimentar e apresentar pessoas, de quem e onde se deve ou não apertar as mãos, quando entregar cartões de visitas, etc. Além disso, saiba como comportar-se à mesa, manuseando talheres, taças, o que fazer e o que é proibido.
  • Chame o interlocutor pelo nome. Aprenda e use uma técnica de memorização para se lembrar do nome e informações importantes do seu cliente. Nada há de mais precioso, no campo das relações, do que chamar a pessoa pelo seu nome, mostrando com isso, interesse e consideração.

Após ver estas dicas encontrei um teste para analisar como esta a minha comunicação, o teste está no neste link. Achei bem legal e você também pode fazer.

Quantos pontos você fez? Eu fiz  44, fui avaliado como:

Você se comunica bem. Com um pouco mais de concentração e preparo você terá o domínio dos aspectos mais importantes da comunicação. Sua preocupação em adequar a mensagem aos ouvintes permite que obtenha bons resultados com suas apresentações. Com certeza é uma pessoa agradável e sempre bem recebida nas conversas.

Coloque sua pontuação aqui, como comentário.

Estas dicas foram adequadas do post de Dicas para melhorar comunicação e do post de Comunicação Eficaz.

Um abraço.

Teste





Sua vida em estatísticas

28 05 2010
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Já pensou em ter características suas em um info-gráfico, uma espécie de indicador de você mesmo?

É difícil fazer uma análise imparcial sobre o quanto hábitos e preferências pessoais fazem de você uma pessoa “comum” ou “exótica”?

Isso é possível de ser feito no site da ÌonZ, respondendo algumas perguntas simples em português você terá o seu info-gráfico, te comparando com outras pessoas que também fizeram.Você pode ainda alterar algumas parâmetros como cor dos destaques, foto e uma mensagem. Além disso no final você pode salvar uma imagem para utilizar como papel de parede.

Este é o Rodrigo Vital, e você como é?

Faça o seu próprio info-gráfico no site da ÍonZ e poste aqui o link do seu info-gráfico.

Um abraço para todos.





Fazer e Falar

27 05 2010
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Como é estranho ler um texto e pensar, nossa isso eu também já vivi.

Quando estiver lendo o texto, lembre-se este caso não serve apenas para o desenvolvimento de sistemas.

Eu vi diversas vezes e espero continuar vendo o impacto que um time de “fazedores” tem em uma organização.

O cenário é sempre igual. Determinado lugar, seja um dos meus clientes atuais ou alguma das empresas para quem já trabalhei, possui um grupo de pessoas de alto prestígio dentro de casa. Infelizmente estas pessoas não entregam nada há anos, eles apenas vivem de política. Por algum motivo é formado um time com pessoas que se preocupam mais com fazer do que falar. Este time acaba entregando em uma cadência bem superior do que o melhor dos times antigos. A empresa fica feliz, os gestores resolvem espalhar a “cultura do fazer” (que sempre toma um nome mais buzzwordy como “agile”, “lean”, “times auto-geridos”, “gestão 2.0” ou coisa que o valha).

O problema é que a cultura do fazer não escala muito bem. As pessoas que preferem fazer à falar são chamadas pela diretoria e se pede a eles que ajudem a espalhar a boa nova para toda a organização. Neste ponto, em minha experiência, o time original se divide em dois.

O primeiro grupo é formado por pessoas que vêem na oportunidade um reconhecimento de que, finalmente, atingiram o nível de “ninja” –ou qualquer outro nome saído de algum desenho animado que os desenvolvedores superstar resolvam usar—e sua missão agora é virar alguma espécie de evangelista. Estas pessoas, então, passam a maior parte do seu tempo falando, e quando fazem alguma coisa estão ou trabalhando em algum projeto para reinventar a roda ou atrapalhando a vida de alguém com alguma de suas idéias brilhantes.

O outro grupo até tenta entrar na roda. Eles vão às primeiras reuniões, aos coding dojos e aos outros eventos. Eventualmente eles percebem no que estão entrando. Eles percebem que, se ficarem ali, sua vida mudará. Eles entendem que seu novo cargo não é nem um pouco diferente daquelas antigas “pessoas de alto prestígio dentro da empresa”. Possivelmente eles descobrem que tais pessoas foram, um dia, fazedores. Que estas pessoas foram convertidos de fazedores para peso-morto em um processo parecido com o que se está iniciando.

E então ocorre algum cisma. O primeiro grupo, dos desenvolvedores hax0r-evangelista-superstar-ninja-estrelinha-blogueiro-palestrante-modelo-atriz-manequim fazem da torre de marfim sua nova casa. Os desenvolvedores do segundo grupo voltam para sua caverna e tentam continuar trabalhando em paz.

Eventualmente o grupo dos ninjas começa a contratar pessoas com uma opinião parecida com a sua própria. Em pouco tempo a empresa está tomada por um estilo que um amigo costuma chamar de “awesome, dude!” (em uma voz de americano que acabou de fumar alguma coisa estranha).

Existem alguns benefícios, claro. Os problemas históricos da empresa são, geralmente, trabalhados. O problema é que ao invés de resolver o problema o time awesome está mais interessado em usar as novas ferramentas ninja. Se a ferramenta ninja não possui o necessário para resolver o problema é melhor ainda, eles podem usar suas maravilhosas habilidades awesome para desenvolver o necessário –ainda que isso signifique fazer a organização pagar um custo absurdo para desenvolver infra-estrutura em casa quando existem centenas de alternativas consolidadas e amplamente disponíveis, ainda que não sejam ninja.

Após algum tempo as coisas começam a ficar engraçadas. O clã dos ninjas perde prazo atrás de prazo, entregando novas rodas ao invés de valor de negócio. Quando a coisa começa a apertar, o clã lança uma bomba de fumaça e some na escuridão; sua fama no meio awesome-ninja-modelo-atriz-manequim já o garantiu um outro emprego de evangelista ou coisa parecida em outro lugar. Todos os filhotes de ninja ficam perdidos. Lideranças alternativas aparecem e guerras internas sobre o que, afinal, significa ser awesome destroem a produtividade. Plataformas são reescritas a cada quinze dias.

De repente, alguém repara que o único time que anda entregando algo é o time daquele povo que fazia parte do grupo de fazedores original mas recusou-se a converter em ninja awesome. Alguém resolve visitar a caverna destas pessoas e descobre o que restou deles lá dentro, no escuro, isolado das ondas de hype. Usando ferramentas e técnicas que fora banida pelos ninjas há muito.

Infelizmente nem todos estão ali, alguns já desistiram e foram para outras organizações. E, nestas organizações, eles vão eventualmente encontrar outro grupo de fazedores. E vão entregar software de qualidade e no prazo. E vão ser chamados pela gerencia para espalhar a boa nova pela empresa. E o ciclo se repete.

E vocês concordam com este ciclo? E como fazer para ele se quebrar e todos serem felizes?

Esta é a experiência que o texto abaixo tirado do Blog Fragmental.

Muitas perguntas, algumas respostas e a busca por conhecimento continua, um abraço a todos.





Hello world!

21 05 2010

Oi, Meu nome é Rodrigo Vital. Sou formado em formado em ciência da computação pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT e trabalho na Tecnomapas a mais de 10 anos.

Estou abrindo esse espaço para que possamos compartihar conhecimento em assuntos como gestão de projetos, empreendedorismo, liderança, inovação, gestão de equipes e tudo o que for relacionado a excelência em gestão empresarial.

Sejam bem vindos e COMPARTILHEM.








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