Poor Little Fishbowl Sink – Feche essa torneira ou o peixe morre!

29 09 2010
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Nada melhor para promover o consumo consciente de água do que ameaçar de morte um peixe dourado. No caso, se esta torneira ficar aberta por muito tempo, o aquário acoplado vai esvaziando, e o peixinho vivo começa a entrar em risco. Bem, eu preciso lavar minhas mãos, então aguenta aí, dourado.

Esta pia, chamada Poor Little Fishbowl Sink, não é tão cruel com o peixe quanto parece: o aquário nunca se esvazia totalmente, e volta a se encher quando você fecha a torneira. A água que sai da torneira não vem do aquário: são dois canos, um para molhar suas mãos, e outro fechado com a água do aquário – ou seja, não se desperdiça água quando o aquário vai se esvaziando para você fechar logo essa torneira. É apenas um truque do designer chinês, que quer tentar convencer as pessoas emocionalmente a economizarem água. Também porque ninguém quer lavar mão em água de peixe.

O protótipo do designer chinês Yan Lu,, intitulado “Poor Little Fishbowl Sink” (que pode ser traduzido como “pia-aquário do pobre peixinho”), não agradou a todos. O PETA, organização de proteção aos animais, enviou um comunicado que dizia que o órgão aprecia a ideia do uso racional da água, mas que “causar o sofrimento de um indivíduo que é parte do ecossistema soa como a mesma arrogância que nos levou a ter o problema de falta de água”.

O conceito envolvendo o produto pode até ser criativo, mas, caso comercializado, uma nova estratégia deve ser pensada. Afinal, as constantes mudanças de nível da água do aquário podem até, a princípio, sensibilizar o usuário, mas tornar isso algo corriqueiro pode prejudicar apenas o pobre peixe.

Mas a pia ensina algo importante: não desperdice água, ou alguém paga por isso.

Post adaptado do Gizmodo e Ecodesenvolvimento.

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5 dicas para evitar o stress das viagens aéreas

24 09 2010
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Quem não se estressa com os longos deslocamentos congestionados até chegar nos aeroportos, as longas filas das companhias aéreas, longas esperas, atrasos, informações deficientes, correrias para pegar conexões, companhias aéreas que mandam desligar até os celulares que têm modo avião, desconforto a bordo e toda a variedade de obstáculos no caminho de uma viagem aérea tranquila?

Em feriadões, férias e períodos de eventos, tudo se complica mais, mas a malha aérea é frágil e a infraestrutura terrestre está no limite, então estamos permanentemente sujeitos às situações que a imprensa se acostumou a chamar de “caos aéreo”.

Sair mais cedo, planejar bem os deslocamentos e outras dicas de puro bom senso também se aplicam, mas as 5 dicas a seguir buscam oferecer outras formas simples de planejar e exercitar o conforto possível nas situações adversas comuns nos vôos brasileiros.

1 – Atitude positiva

Nossos conhecimentos e habilidades nem sempre são os fatores que fazem a diferença quando estamos em uma situação completamente fora do nosso controle: as atitudes é que permitem construir a diferença entre o profundo stress e um incômodo gerenciado.

Como consumidores, sempre esperamos o atendimento com o nível de conforto que é nosso direito, e pelo qual muitas vezes estamos pagando caro. Amenidades como o check-in antecipado on-line, ou a possibilidade de fazer viagens curtas levando apenas bagagem de mão, ajudam a tornar mais prático o ato de viajar.

Mas às vezes as coisas começam a dar errado ao nosso redor e fora do nosso controle, e logo se percebe as maneiras diferentes como as pessoas lidam com a situação, e como isso se reflete no seu próprio nível de stress.

Alguns permitem que a revolta domine suas reações, e passam as horas olhando intensamente para os painéis e esbravejando contra o atraso, o assento apertado ou a falta de informações confiáveis, enquanto outros conseguem aguardar com o máximo de conforto possível (nas circunstâncias), até que a situação, usualmente fora do seu controle, seja resolvida ou superada.

Sabemos que o nível de conforto oferecido pelos aeroportos e companhias aéreas nessas horas geralmente deixa muito a desejar, faltando acomodações, informação atualizada, alimentação, comunicação e muito mais.

Mas uma atitude negativa que não melhore em nada a sua situação, nem a que ocorre ao seu redor é, na menos pior das hipóteses, um grande desperdício de energia.

A forma como lidamos com a situação pode fazer grande diferença, e reduzir o nosso próprio nível de desconforto geralmente está ao nosso alcance, se atentarmos para isso.

2 – Entretenimento pessoal

Não ter algo mais para se distrair é uma forma certeira de abrir espaço para a mente se fixar no desconforto da situação, amplificando a sensação do assento apertado, do vizinho chato da poltrona ao lado, ou da espera interminável para embarcar.

Nem sempre se pode contar com a livraria do aeroporto para suprir alguma distração nessas horas. Todos temos nossos passatempos favoritos, e muitos deles são portáteis o suficiente para ir na bagagem de mão: um bom livro, uma revista, jogos eletrônicos, palavras cruzadas, sudoku – leve suprimento suficiente para todo o trajeto!

Quem conta com o celular para oferecer jogos, músicas, vídeos ou leituras durante a viagem aérea precisa ficar atento: dependendo da companhia aérea, seu uso pode ser proibido durante todo o trajeto, mesmo que o seu aparelho disponha de um “modo avião”.

Mesmo nesses casos, o uso de notebooks, tablets, videogames portáteis, media players e outros aparelhos continua permitido, então se você tiver alguma dessas alternativas, ainda poderá contar com entretenimento eletrônico individual a bordo.

Até o ano passado, além de um livro, eu costumava viajar levando um o iphone com vários jogos, músicas e vídeos na memória, e a bateria dele era suficiente para me manter entretido durante a viagem. Continua achando uma boa opção, e não me parece que nenhuma companhia o proíba.

Mas hoje tenho um ipad, e nas viagens recentes foi ele que me atendeu, permitindo assistir a um vídeo numa tela maior, jogar um pouco, ouvir música, ler alguns ebooks e até colocar em dia as leituras dos artigos da web que eu gravei para leitura posterior (offline, claro) com o Instapaper.

Claro que os preços dos tablets que estão hoje no mercado tornam proibitiva a aquisição para uso só com essa finalidade de entretenimento a bordo, mas se você já tiver um, é o que eu recomendo para complementar as opções de distração a bordo e nas esperas.

Quanto ao conteúdo, além dos ebooks e audiobooks que estiverem à mão, sou fã de alguns seriados da TV, e para levar em vôos prefiro converter os DVDs de alguns episódios das séries que possuo, do que converter algum filme – as interrupções em escalas, serviço de bordo, etc. tornam mais prático assistir a múltiplos conteúdos de menor duração do que um único conteúdo maior.

3 – Conexão à web em (quase) todo lugar

Vários aeroportos brasileiros dispõem de redes Wi-Fi, muitas delas oferecidas por provedores comerciais dos quais você pode contratar o serviço na hora, pagando com seu cartão de crédito por meio de seu próprio micro, a não ser que já seja cliente e disponha de uma franquia de horas. Informe-se previamente sobre as condições nos aeroportos de sua rota.

Mas em boa parte dos destinos brasileiros é possível contar também com o serviço móvel 3G das operadoras de celular, e dispor deste tipo de conexão no seu notebook pode ser a forma de conseguir ter acesso a mais informações e contatos durante longas esperas, ou uma maneira alternativa de se informar sobre o que está acontecendo, quando as companhias aéreas se negam a prestar informações completas.

A qualidade do serviço 3G varia, mas mesmo uma conexão ruim é melhor do que não ter conexão nenhuma. Mesmo que você não disponha de um modem 3G para usar no seu notebook, verifique (previamente!) a possibilidade de realizar a conexão dele por meio do seu celular (na operação conhecida como tethering), via Bluetooth ou cabo USB, e esteja preparado caso a necessidade de uso apareça, pois você não terá como pesquisar isso no Google se não conseguir se conectar 😉

4 – Fazendo durar as baterias

Em viagens é comum acontecer de o notebook ter de funcionar ao longo de um período extenso sem possibilidade de recarga – e aí o esquema é desativar os efeitos 3D, reduzir o número de processos desnecessários em execução, desligar a rede wireless (se não estiver em uso), e ficar de olho nas oportunidades de usar uma tomada – se possível, sendo um bom companheiro, e compartilhando-as com os demais.

Quando nenhuma tomada está à mão e é necessário usar uma conexão 3G (voraz consumidora de energia), eu procuro usar os recursos de trabalho off-line disponíveis nos aplicativos – conecto, busco as informações necessárias, desconecto, opero sobre elas (por exemplo, escrevendo respostas a todos os e-mails importantes), aí reconecto, envio e recomeço o procedimento. A não ser que a etapa de processamento seja curta, manter a conexão ativa enquanto estamos operando apenas com recursos locais é um dreno desnecessário para a bateria.

Para mim, a regra de ouro é não misturar as baterias de entretenimento e as de serviço. Quando o aviso de que vai haver um longo atraso chegar, faço questão de ter bastante bateria disponível no telefone e netbook para todos os contatos, consultas e procedimentos que desejar fazer, e ficaria profundamente desapontado comigo mesmo se já as tivesse gastado assistindo a seriados e jogando.

5 – A bagagem de mão do viajante prevenido

Já falamos sobre check-lists de bagagem nessa Semana da Efetividade em Viagens, mas há algo a complementar: quando o viajante tem foco na preservação do conforto possível durante situações adversas em aeroportos e aviões, há alguns itens extras que não podem faltar em sua bagagem de mão:

  • Dinheiro trocado. Às vezes o produto ou serviço que você mais deseja, às 3 da manhã em um saguão lotado, depende de alguém que não terá como trocar R$ 50.

  • Muda de roupa extra: tanto pensando em situações climáticas imprevistas (como acontece todos os dias de inverno com pessoas que não sabiam que fariam conexões em São Paulo para vôos ao Nordeste) quanto na possibilidade de querer trocar de roupa em uma permanência prolongada em um saguão de aeroporto. Afinal, encarar uma espera noite adentro em um saguão de aeroporto em roupas suadas, ou tremendo de frio, amplia bastante o stress. Escolha peças versáteis e que ocupem pouco espaço.
  • Conexão móvel à Internet. Veja a dica acima sobre conexão à web em (quase) todo lugar.
  • Travesseiro inflável: fácil de encontrar em lojas de malas e em aeroportos, ele quase não ocupa espaço, é fácil de inflar e esvaziar, e reduz o desconforto tanto a bordo quanto nas situações extremas de espera em saguões.

  • Celular com bastante carga, crédito, e habilitado para funcionar no destino. Querer e não poder ligar para pedir uma providência ou avisar de uma mudança inesperada de itinerário ou horários pode ser uma grande frustração. Prevenir isso depende de parcimônia no uso da bateria e, quando possível, na presença do carregador e de uma tomada funcionando.
  • Fones de ouvido com supressão de ruídos externos. Isolar-se auditivamente do stress ao seu redor pode ser positivo, mas só deve ser feito em situações de espera em terra se houver alguém para lhe avisar se houver algum aviso ou novidade. Tampões de ouvido podem ser usados para a mesma finalidade.

  • Distração. Veja acima a dica sobre Entretenimento Pessoal.
  • Higiene pessoal. Escova de dentes, pente, desodorante, os remédios que você toma regularmente, analgésico, antigripal, kit das lentes de contato, lenços, pastilha para garganta, band-aid.

  • Alimentação. As lanchonetes dos aeroportos fecham! Ter barras de cereais (as mesmas que as companhias nos servem à bordo e odiamos), biscoitos, água (quando possível) pode fazer a diferença.

Este post é uma adaptação do Saia do Lugar.

Sua vez!

Que providências você toma para reduzir o stress causado pelas viagens aéreas? Compartilhe conosco nos comentários!





O protetor de ouvidos que permite ouvir sons baixos

3 08 2010
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Protetores auriculares são um benefício para nossa audição, disso não há dúvida. Nos dias de hoje, ao caminhar em uma grande cidade os efeitos dos ruídos podem ser tão nocivos quanto o barulho de uma britadeira.

O grande problema em torno dos protetores é que da mesma forma que ele protege seus ouvidos de barulhos muito altos, também protege de barulhos menores, como a voz humana, por exemplo, tornando-o impróprio para o dia-a-dia, pois seria impossível ouvir a buzina de um carro em um cruzamento movimentado ou alertas de incêndio, por exemplo.

Pensando nisso, é que o QUIETPRO + foi desenvolvido. Através de um par de protetores intra-auriculares, que são conectados a uma pequena unidade de controle, esse filtro nos ruídos agora é possível.

Sempre que um barulho muito alto for detectado a unidade de controle irá bloquear essas ondas, evitando que passem pelo protetor. Da mesma forma, ao detectar um ruído muito baixo, a unidade irá ampliá-lo para que a pessoa consiga ouvi-lo de forma mais clara.

Não há previsão de comercialização, pois como mostra a imagem acima, o aparelho foi desenvolvido para uso militar. Porém, o fabricante já trabalha na próxima geração do dispositivo, que irá beneficiar os trabalhadores de plataformas petrolíferas.

Este post é uma adatação do MundoTecno.

Um abraço a todos.

Veja também:

Arma Quebra-cabeça

Lenda Virtual: As chaves para fazer reboot na Internet

Quem é Robin Sage? Uma Violação na Segurança Americana?





Quem é Robin Sage? Uma Violação na Segurança Americana?

21 07 2010
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O caso é fantástico e ao mesmo tempo previsível. Na verdade não tem nada de estranho, só comprova que homens machos do sexo masculino estão geneticamente programados para fazer tudo por um rabo de saia, inclusive abrir mão das faculdades mentais superiores que fingimos ter.

A diferença aqui é a proporção que a coisa tomou.

Tudo começou quando surgiu nas internet uma moça chamada Robin Sage, essa aí da foto. Ela dizia ter 25 anos e ser Cyber Threat Analyst do U.S. Navy’s Network Warfare Command.  Chique, não?

Em menos de um mês ela conseguiu 300 contatos no Facebook, incluindo muita gente da comunidade de Inteligência. Fotos de biquíni ajudaram.

Não parando no Facebook, Robin tinha perfis no  Twitter, Linkedin e outros serviços. Seus contatos incluíam gente que trabalhava com o Estado Maior das Forças Armadas dos EUA, CIA, Corpo de Fuzileiros empresas como Lockheed Martin, Northrop e até o NRO, National Reconnaissance Office, agência secreta responsável pelos satélites espiões do Tio Sam.

Robin recebeu convites para revisar documentos da NASA, propostas para jantar, apresentar uma conferência em Miami.. Um soldado no Afeganistão mandou uma foto com dados de geolocalização e pra piorar um terceirizado no NRO se confundiu e revelou pra ela a pergunta secreta pra recuperar senha na conta de e-mail. Fora informações pessoais, fotos de família, endereços e tudo mais revelado pelos espertões babando pela gatinha.

O problema: Robin Sage não existe.

Ela foi criada por Thomas Ryan, consultor de segurança. Foi um experimento para identificar a facilidade com que os membros da comunidade de segurança e inteligência poderiam ser enganados. Podemos dizer que o experimento foi MUITO bem-sucedido, e que ninguém verifica absolutamente nada.

O Comando de Network Warfare da Marinha dos EUA não tem um cargo de Cyber Threat Analyst, para ter 10 anos de experiência Robin deveria ter começado a trabalhar com segurança aos 15 anos, e bem, uma busca no Google traz como SEGUNDO RESULTADO para Robin Sage

Pois é. Robin Sage é um exercício de forças especiais que acontece 4 vezes ao ano, tem mais de 19 anos que é praticado e envolve muitas pessoas. Thomas Ryan também deixou outras pistas, como usar uma foto de uma mulher com aparência estrangeira (que ele pegou de um site de sacanagem) e outros detalhes, como os perfis todos tendo um mês de idade.

Não é preciso dizer que o Pentágono está pegando fogo. A facilidade com que gente inteligente cai vítima de engenharia social é assustadora. Antigamente as espiãs sedutoras como Mata Hari ainda tinham algum trabalho, hoje em dia já dá para conseguirem informações sem sequer tirar a roupa. Essa conseguiu informações e contatos sem sequer existir!

Portanto, fica a lição: Seja você Especialista de Segurança dos EUA, seja você um zé-mané qualquer, a Regra é clara: Não dê mole. Um pouco de cinismo é essencial para sobreviver online.

Este post é um adaptação do post do Meio Bit.

Um abraço para todos.

Veja também:

Como NÃO apresentar um novo logo pra Copa

Gerente Neanderthal

Pen drive Indestrutível





Tabela da Copa do Mundo

14 06 2010
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Nas edições passadas da Copa do Mundo, a dúvida era: tabelinha de papel, ou planilha do Excel? Agora a coisa evoluiu, e não precisamos mais nos dar ao trabalho de anotar os resultados das partidas, já que tudo está automatizado.

Tabela é aquela coisa: jogos previstos, resultados marcados, partidas mata-mata definidas, e assim vai até a grande final.

Em busca de uma tabela para acompanhamento da copa do mundo encontrei algumas muito ruins e outras muito boas.Vamos esquecer as ruins e vamos para as 2 boas opções:

  • Tabela Interativa da Marca, veja no link.
  • Google: realizar a pesquisa por world cup. Link.

As melhores são estas, espero que gostem.

No site da fifa em português,  no link, temos também o acompanhamento do jogo minuto a minuto, e outras informações. Vale a pena dar uma passada.

Alguém tem alguma outra tabela? Mandem ela por comentário.

Matéria adaptada do Meio Bit.

Um abraço.

Veja também:

20 curiosidades da Copa do Mundo do ponto de vista do marketing

world cup




20 curiosidades da Copa do Mundo do ponto de vista do marketing

8 06 2010
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Algumas curiosidades sobre a Copa do Mundo de 2010 do  ponto de vista do marketing.

  1. Uma cota de patrocínio partner (a maior), custa entre $120 e $240 milhões de dólares. Partners: Coca-Cola, Hyundai, Visa, Sony, Adidas e Emirates.
  2. Uma cota sponsor custa cerca de $60 milhões. Entre eles estão: McDonald’s, Budweiser e Continental, dentre outras.
  3. Cada contrato tem validade até 2014.
  4. A única empresa brasileira a comprar uma cota é a Seara.
  5. A Holanda tem a maior audiência do mundo: 90%.
  6. França, Brasil, Itália, Alemanha e Portugal são as 5 seleções, respectivamente, que mais deram audiência na Copa de 2006.
  7. Segundo a FIFA, a audiência não deve aumentar em 2010.
  8. A Adidas patrocina 12 das 32 seleções presentes no mundial. A Nike patrocina 9 e a Puma 6.
  9. As 2 seleções que abrirão a Copa são patrocinadas pela Adidas.
  10. A Adidas estará presente nos uniformes dos árbitros, assistentes e até na bola.
  11. A Puma continua vestindo a atual campeã mundial, Itália.
  12. A estratégia da Nike, por outro lado, estampará o peito de grandes astros do futebol, como Kaká e Cristiano Ronaldo.
  13. Adidas e Puma eram uma empresa familiar, fundada por dois irmãos. As marcas surgiram após brigas, mas continuaram funcionando a poucos km de distância, cada um na sua.
  14. A marca inglesa Umbro continua patrocinando a seleção da Inglaterra.
  15. Estima-se que a seleção que se tornar campeã, como a Espanha por exemplo, pode aumentar as vendas da Adidas em 8% apenas no seu país.
  16. A propósito, a seleção espanhola é a mais valiosa do mundial, avaliada em cerca de $690 milhões. (conta os direitos econômicos dos 25 jogadores que mais tempo jogaram por suas respectivas seleções durante a fase de classificação.)
  17. O Brasil é a segunda seleção mais cara, $630 milhões.
  18. Os direitos de transmissão dos jogos rende à FIFA cerca de $650 milhões.
  19. A FIFA paga uma quantia tanto para as seleções quanto para os clubes que emprestaram seus jogadores, o valor depende da fase que a seleção chegar.
  20. O campeão do mundo ganha $30 milhões só da FIFA.

Este é o primeiro post da série Curiosidades da Copa do Mundo.

Informações tirada do blog PequenoGuru.

Um abraço a todos.








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