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29 11 2010
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Veja como ganhar destaque ao cadastrar currículos na internet

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Para fazer o currículo on-line se destacar entre tantos cadastrados diariamente em sites de empresas, especialistas apontam três passos: atualizar sempre os dados, colocar todos os cargos similares ao pretendido ou relacionados à sua área e fornecer informações completas da sua trajetória profissional.

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Na internet, o candidato pode colocar mais informações do que no currículo impresso, ensina Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum. “Quanto mais completo, com informações da carreira, habilidades e cursos, maior será a probabilidade de o currículo constar nos resultados das buscas”, explica.

A Unilever, uma das empresas que mantêm banco de dados de candidatos em seu site, determina pré-requisitos e atribui pontos de acordo com o peso dessas características para cada vaga aberta. A apresentação dos currículos, após a pesquisa, é feita por ordem de classificação decrescente, considerando o grau de aderência dos candidatos à pontuação estabelecida. Quando necessário, palavras-chave também são utilizadas como filtros na seleção.

O sistema de pontuação também é utilizado pela Atento, empresa da área de call center. “É importante que o candidato preencha ao máximo as informações solicitadas durante o cadastro, pois o software cruza esses dados com os do perfil solicitado pela empresa. Se o candidato omite alguma característica, pode alcançar uma pontuação que o elimine da busca ou deixar de participar de um processo mais abrangente”, explica Majo Martinez, diretora de relacionamento.

Vale optar por mais de um cargo

No currículo on-line é vantagem apontar mais de um objetivo profissional, diz o presidente da Curriculum. Uma secretária executiva bilíngue, por exemplo, pode selecionar também os cargos de secretária executiva e secretária bilíngüe, separadamente. No caso de atendimento ao consumidor, o candidato pode escolher ainda as opções de atendente, teleatendente, suporte, telesuporte. Na área de vendas, as de vendedor, representante comercial e consultor de vendas.

“As empresas procuram candidatos por nomes de cargos diferentes, que muitas vezes dizem respeito à mesma função. Nesses casos, nos sistemas mais avançados, o currículo só constará no resultado da pesquisa se a empresa buscou um cargo exatamente com o mesmo nome no objetivo profissional”, afirma Abrileri.

Os erros mais comuns

O executivo alerta que, no entanto, não se deve optar por cargos que não tenham relação entre si. “Quem está disposto a fazer qualquer coisa transmite a sensação de que não faz nada bem feito. Tem que colocar cargos similares, e não secretária, recepcionista e atendente financeira, por exemplo.”

Outro erro é não especificar atividades desenvolvidas nas empresas onde trabalhou e os resultados obtidos, destaca Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online.

Apesar de ser recomendável colocar mais informações no cadastro via web, é importante manter a objetividade. Giuliana Hyppolito Marra, consultora do Grupo DMRH, desaconselha usar adjetivos para se ‘vender’. “A venda vem pela trajetória, não pelos adjetivos como dinâmico e pró-ativo”, ensina.

Mentir no currículo on-line é tão ruim quanto no impresso. “Algumas pessoas informam cursos que não foram terminados, supervalorizam conhecimentos em idiomas, inventam experiências anteriores nos cargos. Quando chega a entrevista, [descobre-se que] a pessoa não fez 10% do que disse. Entrevista não pode ser momento de desmascaramento”, alerta Abrileri.

Também contam ponto negativo erros de português, “assim como abreviaturas ou gírias de internet”, destaca Majo, da Atento. A dica é pedir que outra pessoa revise o currículo antes do envio.

Atento – página de currículosPágina do Trabalhe Conosco da Atento: 10 mil

currículos em junho (Foto: Reprodução)

Atualização dos dados

Além de fazer o acompanhamento das vagas que surgem, é imprescindível manter constantemente os dados atualizados. “Alguns softwares permitem inclusive que o candidato defina uma série de perfis para receber aviso de oportunidades em aberto das empresas cadastradas”, diz Majo.

Se o candidato arrumou emprego, deve informar que está trabalhando. “Há pessoas que trabalham e continuam procurando outra posição. Se achar que não é ético citar o nome da empresa atual, não tem problema, eles não vão olhar a empresa, e sim as atividades que ele desempenha”, explica Giuliana.

Quando não há oferta de vaga

Vale a pena cadastrar o currículo no site de uma empresa se não há vaga aberta no momento? Os especialistas consultados pelo G1 divergiram na resposta. Para Abrileri, quem deixar dados sem que seja para uma vaga determinada corre o risco de ser esquecido. “Muitos RHs [departamentos de recursos humanos] têm costume de não olhar seu banco de currículos e, sempre que precisam de alguém, abrem uma vaga e aí olham quem se candidatou para aquela função. É um costume antigo que só prejudica o próprio RH. O ideal é procurar já na sua base constituída.”

Giuliana, do Grupo DMRH, diz que essa consulta ao cadastro é frequente. “Há muitas empresas que empregam só com o base no banco de currículos.”

A Unilever afirma incentivar os interessados a fazer o cadastro no banco de dados independente da existência de vagas. “A pessoa pode posteriormente enviar o seu currículo para vagas de interesse, ter a informação sobre vagas para as quais tenha sido considerada e obter feedback sobre sua participação ou não nos processos seletivos”, informou a multinacional.

http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/07/veja-como-ganhar-destaque-ao-cadastrar-curriculos-na-internet.html





O que devo fazer para criar uma rotina?

20 10 2010
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Um hábito não é algo permanente na vida das pessoas. É pena que muitos de nós acreditemos que hábitos não podem ser mudados e preferem usar a desculpa do tipo “ah, eu sou assim mesmo!”

Se a sua mesa de trabalho é bagunçada, não é porque você é bagunçado, desorganizado. Você só necessita criar uma rotina para que ela não fique assim. O problema é que passamos a dizer para a nossa mente “como sou desorganizado” e “nossa, não tenho como organizar esse monte de papel”, ou ainda “jamais vou conseguir ser organizado”. Rapidamente, o que é apenas um hábito seu, começa a ser percebido como um traço da sua personalidade: bagunçado, desorganizado.

Se você enxerga com pessimismo alguma novidade, notícia, não é porque você é pessimista, é apenas um hábito e não sua personalidade. Contudo, como você insiste em dizer para si mesmo “sim, sou um azarado mesmo” e “sinceramente, isso não vai dar certo”, ou ainda, “essa notícia vai acabar com meus negócios”, sua mente acredita que sua característica mais marcante – pessimismo – é você, e não somente um hábito.

Se, todas as manhãs quando acorda você diz: “lá vou eu, mais um dia de desgraça, de sofrimento. Lá vou eu para aquela empresa, aquele ninho de cobra…”, isso não é você, é apenas um hábito, porém, que pode levá-lo a um enfarte fulminante!

Do que precisamos para mudar esses hábitos?

Apenas de um pouco de rotina saudável. A rotina tem seu lado positivo. Se você quer arrumar, por exemplo, sua mesa, que vive bagunçada, basta fazer o seguinte: “todo fim de tarde, por dez minutos, vai arrumar o que puder na sua mesa”. Ao acordar, em vez de lamentar pelo dia que nasce, faça uma prece e agradeça por estar vivo. Imagino que muitos dos que estão na lista dos obituários nos jornais, se pudessem, queriam estar no seu lugar.

É só isso que preciso para mudar meus hábitos?

Sim, é somente isso! Se você persistir por mais que três ou quatro semanas, essa rotina se tornará seu novo hábito, mas, lembre-se, não irá se tornar você, mas apenas um hábito que, se você não tomar cuidado, pode retornar ao hábito ruim.

Entretanto, algumas rotinas devem ser evitadas. Segundo renomados cientistas e pesquisadores, não devemos condicionar o cérebro a fazer sempre as coisas do mesmo jeito, pois ele pode “enferrujar” e deixar de aprender, inclusive, trazer problemas como a perda da memória.

Certamente, para muitas áreas da nossa vida a rotina é profícua. Sugiro que criemos boas rotinas, como a de arrumar durante alguns minutos nossas atividades diárias na empresa, as nossas visitas a clientes, organizar uma lista com as atividades do dia seguinte, das ligações a fazer, separar tarefas que podemos delegar. E, também, devemos não cair na rotina de reclamar sempre das coisas, não aceitar ideias, ficar desmotivado diante das dificuldades.

Tenho certeza que mais de noventa por cento de tudo que é tentado ensinar às pessoas elas já sabem. A diferença é que, ou elas não aplicam nada do que sabem, ou esquecem rapidamente. Não parece que acontece isso com você? Cuidado, isso pode virar uma rotina ruim!

Este post é uma adaptação do blog Administradores.





Como está a Saúde Financeira e como Cortar Custos em sua empresa

19 10 2010
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Primeiro é necessário você fazer algumas perguntas, básicas para entender a saúde financeira da sua empresa:

1. Será que tenho dinheiro suficiente para pagar minhas contas?

Quando você parar para pensar em todas suas contas fixas mensais, perceberá que gasta muito dinheiro com elas. Revisá-las te ajudará a cortar algumas dessas despesas, ou então transformá-las em custo variável.

2. Eu tenho muito dinheiro a receber que não entra no caixa?

Será que os pagamentos estão atrasando? Ou será que você anda concedendo crédito a clientes que não deveria?

3. Será que eu tenho estoque suficiente para atender demandas futuras?

Faça um controle detalhado sobre seu estoque.

4. Estamos com o estoque sobrecarregado?

A maioria das empresas chega a esse ponto cedo ou tarde. Se seu estoque está muito cheio, é hora de fazer uma análise detalhada das saídas e entradas para entender porque isto está acontecendo e pensar em soluções imediatas tais como: colocar certos itens em promoção ou até cancelar a compra de alguns desses itens.

5. Minhas vendas estão saindo de acordo com minhas projeções? Se não, porque isso está acontecendo e o que precisa ser feito para corrigir esse problema?

Ao começar uma empresa, pode chegar um momento em que você tem a impressão de estar “andando em círculos”, já que as vezes não tem tempo suficiente para suas obrigações diárias. Enquanto lida com essa síndrome, você deve estar sempre atento aos números, isso te ajudará a prevenir possíveis crises, antes mesmos que elas aconteçam. A maioria das empresas vão a falência por falta de dinheiro. Vamos prevenir isso.

Neste momento pode ser necessário cortar custos, e agora temos algumas dicas de como realizar estes cortes.

1. Comece pelos fornecedores

A melhor maneira de começar a diminuir as despesas é negociar na hora das compras, e ao mesmo tempo dimensionar corretamente qual o volume que será comprado e estocado. Isso permite mais rapidez de giro e é essencial para manter o caixa equilibrado. Por isso, não deixe as negociações nas mãos somente dos encarregados das compras.

2. Eleja um vilão

Alguém tem que ser “chato”. Pode ser o presidente da empresa, um funcionário escolhido para fazer isso, ou até um consultor especialmente contratado para a função. Essa pessoa fará o trabalho de avaliar minuciosamente o custo de cada operação e cada item comprado, principalmente aqueles com maior volume, e definir limites aos preços cobrados pelos fornecedores.

3. Organize concorrências

Quando for adquirir os itens que pesam mais no caixa da empresa, promova uma concorrência entre os fornecedores pelo menos uma vez por ano. Se você simplesmente disser a cada um deles que está fazendo uma concorrência, o efeito é o mesmo.

4. Esgote seus estoques

Estabeleça um padrão para os pedidos conforme o estoque, para que as compras sejam feitas somente quando o estoque for o mais baixo possível. Isso vale para suprimentos de escritório, matéria-prima ou mercadorias para venda. É muito comum encomendar mais do que o necessário, por precaução. Isso enfraquece o fluxo de caixa.

5. Reconsidere os gastos com equipamentos

Antes de trocar os computadores, não pense duas vezS três. Certifique-se de que a troca é mesmo uma necessidade. O investimento pode não justificar o resultado.

6. Não desista no primeiro “não”

As recusas dos fornecedores não significam necessariamente um “não” definitivo. Aceitar a primeira resposta negativa em uma negociação é um erro. Se você repetir sua proposta e suas exigências várias vezes, o fornecedor pode acabar cedendo. Convencer o vendedor de que a transação depende do preço vai garantir um bom negócio para você e para sua empresa.

7. Evite reuniões fora da empresa

Reuniões externas demandam um gasto na maior parte das vezes desnecessário. Além disso, afastam funcionários das atividades mais produtivas.

Adaptação do blog Saia do Lugar.





Organização dos Cabos de Energia

19 10 2010
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Se você está lendo este artigo com certeza está tendo problemas para organizar seus cabos ou quer melhorar essa organização de um modo mais fácil. Pois bem, se você é obcecado por arrumar cabos e fixá-los, para que não se embaracem, os designers Ji Eun Lee, Yi-Seo Hyeon, Heo-Hyeoksu e Jeong Minhui pretendem acabar com essa zona.  Eles acabaram de obter financiamento (e poder de lobby) para construir um tipo de cabo que tenta evitar o embaraçamento dos fios. O cabo possui uma espécie de bloco que permite que ele se encaixe, assim como ocorre com os brinquedos LEGO.

Mas não, esses cabos não vão ser patrocinados pela LEGO. . Contudo, a adoção do novo sistema, deverá esbarrar nos interesses dos fabricantes, que terão que se adaptar ao projeto.

Quem precisa disso? Eu preciso, e compraria.. e vcs?

Um abraço.

Post adaptado do Guanabara.Info.





Ego, um inimigo?

18 10 2010

Ego. Fala-se muito do ego e também critica-se muito por conta do ego. Minha intenção nesse texto está longe de entrar em conceitos e explicações técnicas. Porém, há um ponto que é importante ter em mente desde já: não estou usando o termo no sentido psicanalítico, mas no senso comum mesmo, como sendo a fixação a uma identidade e seus mecanismos de defesa, orgulho, culpa etc.

Esse texto tem sim a intenção de fazer com que aconteça ai dentro uma reflexão. Eu lanço a dúvida e vocês respondem por conta própria.

Pensem em como as mais diversas invenções humanas tiveram e ainda têm muitas utilidades, para o bem ou para o mal. Armas de fogo, que hoje matam. Carros, que hoje matam. Facas para os churrascos de domingos, que hoje também matam. Do mesmo modo, a influência que seu ego exercerá sobre você vai depender de como você o trata e o encara. Caso não consiga domar a fera, ele se apresenta como seu inimigo.

O ego como inimigo profissional

Não estou falando do já conhecido pensamento de que a arrogância vai te detonar dentro de uma empresa, mas sim de como as suas inseguranças podem ser deliciosamente confortadas pelos elogios, muitas vezes repletos de segundas intenções.

Todos nós somos vendedores. Alguns vendem produtos, outros ideias, outros vendem causas. Para isso existe, dentre vários, um modelo de venda – se assim posso chamar – que ganhou minha atenção: o modelo do castelo. Nós somos feitos de inseguranças e daquilo que mais damos valor – muitas vezes sem deixar explícito. Isso que nós damos mais valor e não deixamos explícito é o nosso castelo. Pode não parecer, mas todo castelo é feito de cartas. Ou de areia.

Portanto, assim que superiores e chefes mal intencionados notarem uma insegurança habitando o castelo do “reconhecimento a toda hora”, por exemplo, os elogios brotam de maneira excessivamente assustadora.

“Você tem sido uma peça fundamental dentro dessa empresa, com uma capacidade incrível de se diferenciar do restante!”

Todos já ouviram algo do tipo, mas quantos analisaram o que de fato foi realmente feito no sentido de “se diferenciar do restante…”?

Os elogios por si só não são problemas e nem apresentam ameaças. O problema começa quando chegam os pedidos e as solicitações vindas depois dos elogios. Seria mais ou menos um: “Eu te elogiei, você é foda, agora preciso que faça isso pra mim…”. Ética, moral, profissionalismo, enfim, muitas vezes são deixados para trás quando existem interesses maiores em jogo.

O ego, quando não tido com cuidado, causa cegueira. Uma vez cegas, as pessoas vão para onde são levadas, sem reais questionamentos e análises.

O ego como inimigo pessoal

O ego vai se transformar em inimigo pessoal quando limitar e bloquear qualquer atitude que seja autêntica e verdadeira de qualquer pessoa.

Você provavelmente já esteve em uma mesa de bar ou em uma reunião informal qualquer onde uma pessoa se passa por “melhor que todos” a noite toda. Conhece todos, sabe de tudo e tem a vida que o pessoal aí fora sonha em ter. Ela é referência em todos os tipos de assuntos (para si mesma, claro).

Essa é uma situação onde o ego se transforma em inimigo pessoal, já que a cegueira não vai deixar enxergar o quanto aquilo não é um diálogo saudável. É chato, é pedante, é meio que “Pelo amor de Deus, eu preciso da aprovação de alguém”.

Outra situação em que o lado obscuro do ego grita “Oi, estou aqui!” é quando a autoconfiança vem sem o restante da fórmula: a humildade.

Já vi cenas onde o equilíbrio foi pro saco e as coisas deram errado. Já vi pessoas cantando a vitória, sem ao menos olhar para frente. Você provavelmente também já viu algo parecido. Veja esse vídeo como uma metáfora desse processo e dê quanta risada quiser:

Esse feito aconteceu em um jogo turco e ilustra melhor o que venho chamando de cegueira ao longo do texto. É literalmente uma cegueira. Não que a pessoa não consiga ver, mas na verdade não quer ver.
O mundinho do ego e a imensidão da realidade.

Um dos problemas, é que  ego em excesso prejudica. Mas como então trabalhar isso, dia após dia, para que se tenha um certo controle?

Quer um conselho, siga o seguinte: sempre que você estiver enfrentando um problema sério, pare e imagine o que aquilo significa para o universo, e o quão grande é realmente o seu problema. Chega a ser engraçado o resultado desse pensamento. Engraçado porque a consciência bate e fica claro que aquilo pode sim ser enfrentado, e que acaba sendo mínimo se comparado a tudo isso que nos cerca.

Comecei a entender que esse pensamento não serve somente para problemas, mas também para as vitórias. Assim que vencer algo, chegar a um objetivo, comemore, faça o que der na cabeça, mas saiba que aquilo é a comemoração de uma fase, de uma conquista, e que amanhã novos desafios virão. Desse jeito, evita-se a cegueira.

Se quiser ver isso de maneira mais clara, veja este vídeo abaixo:

E agora o que suas grandes decisões significam para o universo? Quão grande é realmente os seus problemas?

Um post adaptado do blog Papo de Homem.





Vencedores x Perdedores!

30 09 2010
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“Os vencedores fazem acontecer: os perdedores deixam acontecer”. * Gilclér Regina

Algumas frases de vencedores e perdedores, para entendermos que o mais importante é a postura no modo de enxergar a vida.

O vencedor sempre faz parte da resposta e o perdedor sempre faz parte do problema.

O vencedor tem um plano, o perdedor tem uma desculpa.

O vencedor diz: “Deixe-me fazer isso por você”; o perdedor diz: “Isso não é minha função”.

O vencedor vê uma resposta para cada problema e o perdedor vê um problema em cada resposta.

O vencedor diz: “Talvez seja difícil, mas não impossível” e o perdedor diz: “Talvez seja possível, mas é difícil demais”.

Quando o vencedor comete um erro, diz: “Eu me enganei”; quando o perdedor comete um erro, diz: “Não tive culpa”.

O vencedor estabelece compromissos e o perdedor só faz promessas.

O vencedor diz: “Preciso fazer alguma coisa”; o perdedor diz: “Alguém precisa fazer alguma coisa”.

Os vencedores fazem parte da equipe e os perdedores estão à parte da equipe.

Os vencedores vêem o ganho, os perdedores, o gasto.

Os vencedores enxergam as possibilidades e os perdedores problemas.

Os vencedores acreditam no ganha ganha e os perdedores acreditam que, para alguém ganhar, alguém tem de perder.

Os vencedores enxergam o futuro e os perdedores falam do passado.

Os vencedores escolhem o que dizem e os perdedores dizem o que escolhem.

Os vencedores usam argumentos duros e palavras suaves… Os perdedores usam argumentos suaves e palavras duras.

Enfim, os vencedores mantém os seus valores e cedem em pequenas coisas e os perdedores mantém as pequenas coisas e sem seus valores.

Pensem nisso, e lembre-se ser vencedor ou perdedor pode ser definido pelo modo que você enxerga a vida.

Vocês tem mais alguma frase para esta coleção? Comentem.

Um abraço.

Post adaptado do oGerente e blog do Cleiton Mafra.





Poor Little Fishbowl Sink – Feche essa torneira ou o peixe morre!

29 09 2010
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Nada melhor para promover o consumo consciente de água do que ameaçar de morte um peixe dourado. No caso, se esta torneira ficar aberta por muito tempo, o aquário acoplado vai esvaziando, e o peixinho vivo começa a entrar em risco. Bem, eu preciso lavar minhas mãos, então aguenta aí, dourado.

Esta pia, chamada Poor Little Fishbowl Sink, não é tão cruel com o peixe quanto parece: o aquário nunca se esvazia totalmente, e volta a se encher quando você fecha a torneira. A água que sai da torneira não vem do aquário: são dois canos, um para molhar suas mãos, e outro fechado com a água do aquário – ou seja, não se desperdiça água quando o aquário vai se esvaziando para você fechar logo essa torneira. É apenas um truque do designer chinês, que quer tentar convencer as pessoas emocionalmente a economizarem água. Também porque ninguém quer lavar mão em água de peixe.

O protótipo do designer chinês Yan Lu,, intitulado “Poor Little Fishbowl Sink” (que pode ser traduzido como “pia-aquário do pobre peixinho”), não agradou a todos. O PETA, organização de proteção aos animais, enviou um comunicado que dizia que o órgão aprecia a ideia do uso racional da água, mas que “causar o sofrimento de um indivíduo que é parte do ecossistema soa como a mesma arrogância que nos levou a ter o problema de falta de água”.

O conceito envolvendo o produto pode até ser criativo, mas, caso comercializado, uma nova estratégia deve ser pensada. Afinal, as constantes mudanças de nível da água do aquário podem até, a princípio, sensibilizar o usuário, mas tornar isso algo corriqueiro pode prejudicar apenas o pobre peixe.

Mas a pia ensina algo importante: não desperdice água, ou alguém paga por isso.

Post adaptado do Gizmodo e Ecodesenvolvimento.





Mentiras no currículo

29 09 2010
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Algumas pessoas acabam fazendo uma mentirinha no currículo na hora de enviá-lo ao recrutador? Afinal, não dá para perder a chance de ser chamado para a entrevista de emprego por conta de um “detalhe”. Elevar o nível do idioma estrangeiro ou informar que domina determinado software, quando na verdade se tem apenas noções da ferramenta, seria uma forma de passar à etapa seguinte do processo de seleção. Contudo, não é esta a recomendação dos consultores de carreira e recursos humanos.

“O fato de tentar fortalecer o currículo para chegar à entrevista presencial e convencer o entrevistador de que é capaz de assumir uma posição provoca o efeito contrário. Ao mentir, o candidato fragiliza sua imagem profissional”, afirma André Assef, diretor operacional da Desix, empresa de recursos humanos focada em tecnologia da informação.

Isso acontece, explica Assef, porque os recrutadores recorrem a técnicas que comprovam ou não os dados informados no currículo. Segundo ele, a entrevista é o principal medidor para descobrir se o candidato realmente possui as competências descritas no documento. “Ao longo de uma conversa bem conduzida é possível identificar contradições por meio de perguntas abertas. Em uma entrevista técnica, por exemplo, não podem ser aceitas respostas monossilábicas.”

De acordo com Assef, o candidato que se contradiz torna frágil a relação com o recrutador. Seu futuro tem destino certo: a eliminação do processo seletivo.

As mentiras mais contadas pelos candidatos:

  1. Informa que possui graduação completa, mas na verdade não concluiu ou nunca frequentou o curso.
  2. Diz que domina dada linguagem técnica ou software, porém não detalha as ferramentas dos programas na entrevista.
  3. Menciona que possui fluência em outro idioma, contudo sente dificuldade ao se comunicar com o entrevistador em língua estrangeira.
  4. Inventa que é formado em uma universidade conceituada ou que trabalhou em uma empresa de renome.
  5. Diz que possui experiência na área ou que já ocupou determinado cargo, no entanto se atrapalha no momento de especificar as atividades supostamente realizadas.
  6. Mente dados pessoais como idade, estado civil e endereço. Além disso, informa que não tem filhos.
  7. Cita que conhece outros países para supervalorizar o currículo, todavia comete gafes ao descrever as cidades que hipoteticamente visitou ou responde às questões do recrutador de forma monossilábica e genérica.

Veja mais algumas na imagem abaixo.

Mentira tem perna curta

Anos de experiência garantem que profissionais de recursos humanos identifiquem mentiras no ato. Confira quais técnicas são utilizadas pelos especialistas para descobrir se o candidato diz a verdade:

  • Para averiguar se o candidato realmente possui a experiência profissional descrita no currículo os profissionais de RH costumam entrar em contato com as empresas em que ele informa ter trabalhado. Além disso, especialistas lançam mão da entrevista técnica.
  • Para constatar o nível do idioma estrangeiro, o domínio de softwares ou o conhecimento em linguagens específicas são realizados testes práticos ou entrevistas técnicas.
  • Dados pessoais e formação são checados na entrega dos documentos e durante o processo de seleção. Qualquer contradição entre o que foi dito na entrevista e a documentação pode levar a não contratação do candidato.
  • Outras experiências mencionadas no currículo, como viagens internacionais, são investigadas durante o processo seletivo por meio de perguntas abertas. O candidato que demonstra insegurança ou revela incoerência ao descrever seu suposto conhecimento ou vivência é eliminado do processo.

Observação: mentiras descobertas após a contratação, referentes ao estado civil, por exemplo, além de prejudicar a imagem profissional e dissolver a relação de confiança com a organização, podem custar o emprego.

Não confunda mentira com omissão

Homero Amato, headhunter e professor do Instituto Nacional de Pós-graduação, ensina que o profissional não deve confundir mentira com omissão. Segundo Amato, deixar de informar alguns dados no currículo pode ser uma maneira estratégica de o candidato gerar uma entrevista.

O professor argumenta que candidatos na faixa dos 40 anos ou mais e mulheres que têm filhos pequenos podem deixar de ser contratados caso exponham essas informações no currículo. De acordo com ele, esses dados podem ser revelados durante a entrevista de emprego quando questionados pelo recrutador.

O mesmo acontece quando o profissional trabalha e vive em outra cidade e informa o endereço e o telefone da família ou de amigos para facilitar o contato com as empresas. Para Amato, nesse caso o candidato não está mentindo; está sendo estratégico. O motivo de mencionar o endereço alheio e não o próprio deve ser esclarecido na entrevista, recomenda o headhunter.

O problema é esta diferença em mentira e omissão, nunca isso é muito claro e padrão para todas as empresas.

E para vocês, o que é mentira e o que é omissão?

Post adaptado do Empregos, texto de Rômulo Martins e da CEFES.





Como evitar um gol contra na carreira

28 09 2010
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Por mais que um profissional se dedique e seja competente, pequenos deslizes comportamentais podem levá- lo a prejudicar a si mesmo, comprometendo o crescimento profissional. “A autossabotagem é o motivo mais comum pelo qual as pessoas colocam em risco a carreira”, diz o consultor americano Mark Goulston. Por que as pessoas fazem isso? Trata-se de um problema de fundo psicológico, ligado a sentimentos como medo, insegurança e frustração, acumulados ao longo dos anos.

A pessoa acaba levando questões mal resolvidas na família e na escola para o local de trabalho, onde reproduz as situações que viveu quando era mais nova. “Os profissionais que se autossabotam não olham a realidade nua e crua. Eles reagem negativamente, com base nas referências que adquiriram na vida” diz Silvio Celestino, diretor da consultoria Enlevo, de São Paulo. Há, basicamente, dois tipos de reação que levam ao comportamento prejudicial, segundo Mark Goulston, e os dois estão ligados ao medo.

No primeiro, a pessoa reage agressivamente quando se sente ameaçada. No segundo, ela foge. Evitar gol contra na carreira não é tarefa fácil. Além de prestar atenção às suas atitudes, o ideal é pedir ajuda a alguém mais experiente. Se chegar à conclusão de que anda se autossabotando, a recomendação é buscar a ajuda de um coach ou terapeuta. Para ajudar você a identificar se este é o seu caso, listamos 26 comportamentos presentes no livro de Mark Goulston. Confira e veja quais são as dicas para se livrar deles. A bola está com você.

  • Procrastinar. Quem adia tarefas e decisões compromete o desempenho da equipe. A atitude está relacionada ao sentimento de sobrecarga de trabalho.
    • DICA: peça ajuda. Quanto maior a sobrecarga, menor tende a ser a capacidade de agir e estabelecer prioridades.
  • Ficar na defensiva. Este é um mal comum, ligado à insegurança ou à arrogância. Causa problemas de relacionamento e prejudica o andamento dos projetos.
    • DICA: avalie se você fica na defensiva. Ouça seus colegas de trabalho e peça feedback.
  • Perder tempo. Se você tem a sensação de que trabalha muito, mas no fim do dia é pouco produtivo, vale rever sua rotina. Responder e-mails prontamente, por exemplo, pode ser bom para sua imagem, mas é péssimo para a sua produtividade.
    • DICA: liste suas prioridades semanais, sempre determinando tempo para cada tarefa. Desligue o aviso de novo e-mail.
  • Achar-se indispensável. Erro fatal. Líderes assim afastam as pessoas e sofrem para se alinhar ao time.
    • DICA: faça uma lista das tarefas que competem exclusivamente a você. Delegue todo o resto e acompanhe a execução.
  • Ser mau ouvinte. Quem não sabe ouvir as pessoas ao redor perde informações importantes para o trabalho ou negócio e acaba tendo um desempenho ruim.
    • DICA: converse olhando nos olhos. Isso mostra interesse. Fique atento aos seguintes pontos: o que a pessoa quer dizer? Qual é a razão da conversa? O que ela espera de você? Confirme que a comunicação foi eficiente e todos os lados estão alinhados.
  • Inventar desculpas. Seu chefe não quer saber por que você errou, mas o que fará para sanar o problema e consertar o estrago. Inventar desculpas faz você parecer imaturo e despreparado.
    • DICA: errar não tem nada a ver com castigo e punição, mas sim com oportunidades de aprendizado. Assuma os seus fracassos o quanto antes e, de preferência, desenvolva um plano para reverter a situação.
  • Insistir em um emprego. Desperdiçar tempo em um trabalho que você detesta pode enterrar sua carreira. Isso costuma acontecer por falta de um plano B ou por medo de correr riscos.
    • DICA: determine um prazo para encontrar motivação em seu trabalho atual. Se as coisas realmente não melhorarem, comece a buscar uma nova colocação.
  • Não delegar. Além da desconfiança na capacidade dos outros, nessa atitude está em jogo o medo de que alguém faça o trabalho melhor que você.
    • DICA: mantenha pessoas em quem confie na equipe. Caso não estejam 100% preparadas, organize seu tempo para ensiná-las.
  • Ter medo de aprender coisas novas. Não sofra por antecipação. Quanto mais você se preocupar com uma mudança, mais difícil ela será.
    • DICA: lembre de situações em que aprendeu algo novo e avalie que benefícios esse conhecimento trouxe para sua carreira.
  • Ser sincero demais. Antes de dizer o que pensa, avalie se o objetivo do comentário é contribuir com a discussão.
    • DICA: se o comentário não tiver um propósito definido, fique quieto. Se for realmente importante, avalie se é o momento mais adequado.
  • Burlar as regras. Se há alguma regra com a qual você não concorda, tente negociá-la com as pessoas envolvidas.
    • DICA: se não for possível, a única saída é permanecer na linha. Mas não descumpra a lei.
  • Estar despreparado. No dia-a-dia, reserve ao menos 30 minutos antes de uma apresentação ou reunião para estruturar seus pensamentos.
    • DICA: opte pela prevenção. Crie um plano com cronograma, atividades e áreas em que precisa se preparar melhor.
  • Não saber perdoar. A mágoa leva as pessoas a se fechar ao diálogo, o que gera caos no ambiente de trabalho.
    • DICA: quando algo o decepcionar, chame as pessoas envolvidas para uma conversa assim que a situação acalmar. Diga como se sente e ouça o outro lado da história.
  • Entrar em pânico. Perder o controle da situação apenas faz com que o profissional se angustie mais. Pior, ele pode acreditar nas próprias teorias, por exemplo, de demissão, colocando tudo a perder.
    • DICA: autocontrole é o segredo. Se não conseguir desviar sua atenção do assunto e tocar a vida numa boa, procure reunir informações e pensar objetivamente sobre elas.
  • Não ter autodisciplina. Forma silenciosa de autossabotagem, que vai causando pequenos transtornos no dia-a-dia até criar grandes problemas.
    • DICA: procure estabelecer uma rotina. Conte aos outros que pretende mudar, o que fará para isso e veja se elas concordam. Tão importante quanto melhorar na prática é mudar sua fama também.
  • Desistir facilmente. É um tipo de autossabotagem ligado a assumir responsabilidades. Ele pode levar você a perder boas oportunidades de carreira.
    • DICA: seja mais resistente e, antes de desistir, certifique-se de que já não há mais nada a fazer: seja um projeto, uma negociação, seja um contrato com um cliente ou fornecedor.
  • Agradar a todos. Forçar a barra para que as pessoas gostem de você é fatal. Se suas opiniões forem discordantes, ceder para não parecer do contra vai soar artificial e afetar sua credibilidade.
    • DICA: não dá para agradar a todos. Seja fiel às suas convicções, sem deixar de considerar a opinião de terceiros.
  • Reagir mal a um “não”. Ninguém gosta de receber uma negativa, mas reagir agressivamente é gol contra na certa.
    • DICA: avalie a situação com calma, procure os aspectos positivos. Peça um tempo. Só depois expresse suas opinião.
  • Ter medo de demitir os outros. Um dos papéis do líder é motivar a equipe a trazer resultados. Nada de culpa, portanto, para demitir quem não se encaixa.
    • DICA: na hora de comunicar a demissão, procure ser claro quanto aos seus motivos. Além de ajudar o profissional desligado a se recolocar, você evitará boatos entre os que ficam.
  • Confundir um desabafo com críticas duras. Não acumule sentimentos para soltá-los todos de uma só vez.
    • DICA: quando for falar, evite palavras rudes, porque, além de magoar, podem fazer com que a pessoa ache que você está errado.
  • Ser impulsivo. Falha muito conhecida e comum de autocontrole.
    • DICA: evite reagir de imediato. Assim, terá mais tempo para estruturar seu pensamento.
  • Concentrar-se nos pontos fracos. É importante reconhecer as limitações para tentar melhorar.
    • DICA: procure também identificar os pontos fortes, para melhorar sua autoconfiança.
  • Frustrar-se. Tome cuidado para não assumir o papel de vítima.
    • DICA: avalie se não está com as expectativas altas demais. Tenha uma conversa franca com quem o frustrou.
  • Sentir-se culpado. Para liderar, às vezes é preciso tomar decisões que desagradam as pessoas. O cuidado de não se deixar corroer pela culpa diferencia os bons dos maus líderes.
    • DICA: quando se sentir culpado, questione-se sobre suas responsabilidades e a das pessoas envolvidas, se as expectativas delas em relação a você são válidas e o que o faria sentir-se melhor.
  • Ter a sensibilidade à flor da pele. Sabotagem relacionada à carência.
    • DICA: avalie as situações em que isso fica mais evidente e defina limites para não levar tudo ao extremo.
  • Não aprender com os erros. Ao admitir para você mesmo que todo mundo erra, fica mais fácil aceitar seus deslizes e tirar proveito deles.
    • DICA: se errar, pergunte-se o que faria de diferente se pudesse voltar atrás e a que sinais ficar atento para não errar novamente.

Este post é uma adaptação da Voce/SA.








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